Dermatologista da Clínica Wulkan avaliando paciente em consultório — Hiperidrose tem tratamento!

O Dr. Claudio Wulkan é especialista em hiperidrose. Dermatologista formado pela UNIFESP em 1997 (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944 em dermatologia), corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, cerca de 30 anos de prática. Só em hiperidrose, a clínica já tratou mais de 1.500 pessoas nos últimos 25 anos. Quem trata suor excessivo é o dermatologista: é a especialidade que faz o diagnóstico diferencial (descartando causa hormonal, medicamento e doença de base), prescreve o antitranspirante de uso médico e a medicação, e aplica a toxina botulínica. Clínico geral e outras especialidades podem encaminhar; a condução do caso é dermatológica.

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Hiperidrose tem tratamento!

Um tratamento simples, eficaz, rápido e preciso que melhora a qualidade de vida do paciente!
➡ A sudorese excessiva ou hiperidrose consiste da produção excessiva de suor, decorrente da hiperatividade de glândulas sudoríparas. É independente dos processos de regulação da temperatura corporal. Normalmente é acentuada pela ansiedade ou estresse.  ⠀
➡ Para tratamento é indicado aplicação de toxina botulínica. ⠀
➡ Quando a toxina é aplicada nas axilas, bloqueia a passagem do estímulo que provoca a produção excessiva de suor. A redução do suor pode chegar até a 90%.

 

 

O que é Hiperidrose?

O termo hiperidrose pode não ser comumente utilizado no dia a dia das pessoas, mas muitas delas sofrem dessa condição sem nem mesmo saber de sua existência. Usado para indicar um estado de transpiração excessiva, a hiperidrose se caracteriza por um nível de produção de suor além do que é necessário para regular a temperatura do corpo.

O suor excessivo pode causar dificuldades para realizar tarefas do dia a dia e até constrangimento. Se quer saber mais sobre o que é hiperidrose, suas possíveis origens e quais os tratamentos indicados, veja a seguir um guia completo.

O que é hiperidrose: sintomas e tipos

Transpirar é fundamental para manter a temperatura corporal adequada. Entretanto a hiperidrose se caracteriza pela produção excessiva de suor em diversas regiões do corpo que chega a incomodar e até a prejudicar a qualidade de vida.

Existem dois tipos de hiperidrose:

  • Hiperidrose primária: aquela que não é causada por fatores internos, nem externos conhecidos. Ela também pode ser de origem emocional, e nesse caso os sintomas desaparecem durante o sono.
  • Hiperidrose secundária: aquela causada por algumas doenças internas ou uso de determinados remédios.

Quando o suor excessivo aparece em um local específico do corpo, como palma das mãos, pés, axilas, rosto, sob os seios, no couro cabeludo ou outras partes do corpo com muitas glândulas sudoríparas, trata-se de uma hiperidrose localizada. Mas existe também a hiperidrose generalizada, que é quando se transpira muito por todo o corpo.

Causas da hiperidrose

Mão molhadas, costas pingando ou axilas encharcadas. Se você sofre com a sudorese, sabe o quão desagradável o problema pode ser. Apesar de a sudorese ser comum, a hiperidrose, no entanto, afeta apenas aproximadamente 3% da população.

A hipótese mais aceita pela medicina até agora é de que pessoas que suam além do comum tenham predisposição genética. Estima-se que algo em torno de 30% a 50% dos pacientes que sofrem com a sudorese excessiva possuam um parente de primeiro grau, como pai ou mãe, com o mesmo problema.

Nesses casos, a doença se enquadra como hiperidrose primáriae geralmente se inicia na infância ou adolescência. Diferentemente da hiperidrose secundária, que é adquirida ao longo da vida decorrente de outros fatores, como distúrbios hormonais, doenças neurológicas e reações a medicamentos.

Além da hiperidrose, há outros quadros que também podem causar suor excessivo como sintoma, explica o dermatologista Caio Lamunier, da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e do Hospital das Clínicas de São Paulo. Outros fatores que resultam em uma transpiração exacerbada são:

  • sintomas de doenças infecciosas, como gripe;
  • distúrbios hormonais, como alterações da tireoide;
  • alimentos picantes, muito condimentados e com cafeína;
  • temperatura ambiente, que quando elevada, também pode influenciar no aparecimento da sudorese.

Entretanto, é errado dizer que esses elementos se configuram como causas da hiperidrose.

Suor excessivo: qual médico procurar e quando buscar um profissional

Primeiramente, é necessário diferenciar a hiperidrose de outras doenças. Caio Lamunier, dermato da Clinica Wulkan,  explica que uma das formas é observar o padrão de sudorese. “Por doenças que tem a sudorese como sintoma, você sua o dia todo e a noite toda. Por hiperidrose, você sua em algumas situações e para de suar ao repouso ou ao dormir.”

Segundo o especialista, o ideal é que o primeiro passo seja uma avaliação dermatológica. “Normalmente, por ser um problema de pele, a primeira escolha para tratar hiperidrose é um dermatologista.”

Endocrinologistas também costumam ser procurados e podem ajudar a lidar com desbalanços glandulares que estejam por trás do problema. Cirurgiões podem fazer parte da equipe caso o tratamento recomendado seja a cirurgia de simpatectomia.

O especialista consultado poderá indicar o tratamento adequado ou, identificada a causa, recomendar outros profissionais. O diagnóstico da hiperidrose é feito com base em uma conversa com o profissional médico, que pode realizar alguns exames, como o teste de amido-iodo, o qual ajuda a delimitar a área de hiperidrose. Para tratá-la, existem diversas alternativas, conheça-as a seguir.

Hiperidrose: tratamentos

A doença não é considerada grave e, de modo geral, pode ser resolvida com procedimentos simples e tratamentos tópicos. Em casos leves, por exemplo, o uso prolongado de antitranspirantes ajuda a bloquear os dutos de suor, controlando a sudorese.

Já em casos que pedem um tratamento mais intenso, alguns desodorantes especificos  traz um nível alto de ativos que colaboram no combate desta condição. Ele protege até 3x mais do que um antitranspirante comum, além de preservar contra o mau odor e hidratar a pele.

Se o problema persistir procure um médico especializado que poderá sugerir soluções alternativas, desde medicamentos locais e orais até medidas cirúrgicas.

Os procedimentos variam de acordo com o tipo e o grau de sudorese do paciente:

  • Simpatectomia: cirurgia feita com corte ou pinçamento do nervo que transmite o estímulo à glândula. Normalmente é muito útil para sudorese em membros superiores e inferiores, onde é mais fácil acessar nervos. Entretanto, um dos efeitos colaterais do procedimento é a hiperidrose compensatória, que gera mais suor em outras áreas do corpo.
  • Toxina botulínica: aplicada por meio de injeções, diminui a ação do nervo que estimula a sudorese. A duração de seus efeitos varia de oito a dez meses e, em alguns casos, pode até ultrapassar um ano. Ela passa a agir aproximadamente 15 dias após a aplicação.
  • curetagem da glândula sudorípara !!!
  • Ionoforese: esta é uma técnica já menos utilizada hoje em dia. Feita com o uso de eletrodos, ela gera uma corrente elétrica entre as áreas de suor excessivo, diminuindo a transpiração.
  • Laser: algumas técnicas realizadas com a energia luminosa diminuem o tamanho da glândula e, consequentemente, a sudorese.
  • Drogas sistêmicas: há medicamentos de uso oral que visam diminuir a produção de secreções pelo corpo, por meio do controle do Sistema Nervoso Simpático, responsável por estimular as glândulas sudoríparas a produzir suor. Entretanto, eles diminuem também a quantidade de lágrima, urina, saliva, entre outros.

Caso o suor excessivo esteja relacionado a problemas mais graves ou disfunções da tireoide, é preciso antes tratar suas causas para depois investir em formas de aliviar os sintomas. Além de tratar a parte física, lembre-se também da emocional caso o suor seja de origem psicológica. Nesses casos, considere ainda ter um acompanhamento psicoterápico.

 

VEJA O PROGRAMA BEM ESTAR, MUITO BEM ELABORADO E VOLTADO PARA CASOS DE SUOR EXCESSIVO .

DR. CLAUDIO WULKAN, NO PROGRAMA BEM ESTAR

 

Dr Wulkan é:

Dermatologia Clínica e Cirúrgica
UNIFESP – Escola Paulista de Medicina
Revisor Científico de Livros de Dermatologia da Editora Médica Manole
Assistente no ambulatório de Dermatologia Estética na Faculdade de Medicina, FMABC

Membro das:
Sociedade Brasileira de Dermatologia
Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica
American Academy of Dermatology
Corpo Clínico Hosp. Israelita Albert Einstein Alphaville desde 2004
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Artigos científicos recentes sobre hiperidrose

A pergunta “tem cura?” tem uma resposta honesta e ela aparece justamente no tratamento mais agressivo que existe. Um ensaio randomizado publicado em 2026 acompanhou 110 mãos de pacientes com hiperidrose palmar grave tratadas por radiofrequência do nervo simpático — o procedimento que mais se aproxima de uma solução definitiva — e mediu gravidade (escala HDSS) e qualidade de vida (índice DLQI) por 12 meses. Houve melhora significativa e sustentada, e houve também recidiva e sudorese compensatória em parte dos casos.

É por isso que, nesta clínica, a conversa não começa pela promessa de cura: começa por classificar o seu caso — região, gravidade e impacto na vida — e por explicar o que cada recurso entrega e por quanto tempo. Hiperidrose primária é condição crônica: tem tratamento muito eficaz, e quem promete acabar com o suor para sempre está prometendo o que a literatura não sustenta.

Wu Y e cols., Annals of Medicine, 2026 — ensaio randomizado de radiofrequência do simpático torácico em hiperidrose palmar grave, com HDSS e DLQI acompanhados por 12 meses

O Dr. Claudio Wulkan é especialista em hiperidrose. Dermatologista formado pela UNIFESP em 1997 (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944 em dermatologia), corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, cerca de 30 anos de prática. Só em hiperidrose, a clínica já tratou mais de 1.500 pessoas nos últimos 25 anos. Hiperidrose não é frescura nem falta de banho: é doença com critério de diagnóstico. E como é crônica, o que define o resultado a longo prazo é ter alguém acompanhando o caso — não uma aplicação isolada.

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