O tratamento de vasos no rosto e no nariz é feito na Clínica Wulkan, em São Paulo e Osasco, com laser vascular Nd:YAG 1064 nm de pulso longo — a mesma tecnologia que cirurgiões vasculares usam para tratar vasos nas pernas —, luz intensa pulsada e radiofrequência. Na maioria dos casos, de 1 a 3 sessões são suficientes, definidas em avaliação médica.
Assista: a solução para vasinhos no nariz e no rosto, pelo Dr. Claudio Wulkan
No vídeo, o Dr. Claudio Wulkan mostra como a clínica combina as tecnologias: o laser Nd:YAG 1064 de pulso longo para os vasos de maior calibre e a radiofrequência para os mais finos — com expectativa real de 1 a 3 sessões, sempre definida caso a caso.
Sumário: o que você vai encontrar aqui sobre tratamento de vasos no rosto
- O que são os vasos no rosto (telangiectasias)
- Por que os vasinhos aparecem no rosto e no nariz
- As tecnologias: laser 1064 pulso longo, luz intensa pulsada e radiofrequência
- Vasos no nariz: por que incomodam tanto e como tratamos
- Como é a sessão e quantas são necessárias
- Cuidados antes e depois do tratamento
- Quanto custa o tratamento de vasos no rosto
- Artigos científicos recentes
- Perguntas frequentes
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O que são os vasos no rosto (telangiectasias)
Os “vasinhos” que aparecem no rosto têm nome médico: telangiectasias. São pequenos vasos sanguíneos dilatados, com menos de 1 milímetro de espessura, que ficam visíveis na superfície da pele como linhas vermelhas ou arroxeadas — sozinhas, em grupos ou formando pequenas “teias”.
As regiões mais comuns são as asas do nariz, as bochechas, o queixo e a área ao redor dos olhos. Em muitas pessoas, eles vêm acompanhados de vermelhidão difusa (eritema), que aumenta com calor, sol, emoção ou bebida alcoólica — um quadro que pode fazer parte da rosácea telangiectásica.
Telangiectasia não é doença grave — mas incomoda, chama atenção no espelho e nas fotos, e não desaparece sozinha. A boa notícia: é uma das queixas estéticas com resposta mais visível ao tratamento com laser e luz, quando feito com a tecnologia certa para cada tipo de vaso.
Por que os vasinhos aparecem no rosto e no nariz
A causa quase nunca é uma só. Predisposição genética e pele clara são a base: peles dos fototipos mais baixos mostram mais os vasos e reagem mais ao sol. Sobre essa base entram os gatilhos — exposição solar acumulada (o fotoenvelhecimento enfraquece o tecido que sustenta os vasos), rosácea, variações bruscas de temperatura, álcool e alterações hormonais.
No nariz, ainda há fatores locais: a pele é fina, muito vascularizada e exposta a trauma repetido — assoar, coçar, óculos, espremer cravos. Por isso o vasinho na asa do nariz é um dos motivos de consulta mais frequentes, e também um dos que mais retornam quando tratados sem a técnica adequada.
O uso prolongado de corticoide na pele do rosto, sem orientação médica, também dilata os vasos e pode deixar vermelhidão persistente. Nesses casos, identificar e suspender a causa faz parte do tratamento — mais um motivo para a avaliação ser feita por dermatologista, e não direto na máquina.
As tecnologias: laser 1064 pulso longo, luz intensa pulsada e radiofrequência
Não existe um único aparelho que resolva todos os tipos de vaso. O que existe é a combinação certa para cada quadro — e é exatamente assim que a Clínica Wulkan trabalha, com mais de 20 tecnologias disponíveis e a escolha feita em avaliação médica.
Laser vascular Nd:YAG 1064 nm de pulso longo (Etherea MX)
É o carro-chefe para os vasos mais calibrosos e azulados do rosto e do nariz. O comprimento de onda de 1064 nm penetra mais profundamente na pele e é absorvido pela hemoglobina do sangue: o calor gerado dentro do vaso faz com que ele se feche, e o organismo o reabsorve nas semanas seguintes.
É a mesma tecnologia que os cirurgiões vasculares utilizam para tratar vasinhos e microvarizes nas pernas — na face, ela é aplicada com parâmetros ajustados para a pele delicada da região, com sistema de resfriamento que protege a superfície durante os disparos. A clínica tem grande experiência com esse laser, que também integra o ambulatório de cirurgia vascular da Clínica Wulkan.
Luz intensa pulsada (LIP)
A luz intensa pulsada emite pulsos de luz com filtros selecionados e é a escolha preferida quando o problema principal é a vermelhidão difusa e os vasos muito finos e espalhados — o padrão típico da rosácea. Ela trata a área como um todo, uniformizando o tom da pele, e ainda melhora manchas de sol no mesmo procedimento.
A eficácia é bem documentada: uma meta-análise de 2024 comparando luz intensa pulsada e laser no manejo da rosácea confirmou a eficácia das duas tecnologias no eritema e nas telangiectasias — com a LIP alcançando taxa superior de clareamento acima de 75% (veja a seção de artigos científicos).
Radiofrequência para os vasos mais finos
Para vasos muito finos e pontuais — aqueles “fiapos” avermelhados que às vezes restam depois do laser —, a radiofrequência permite cauterizar com precisão milimétrica, vaso a vaso. E quando a vermelhidão difusa se associa ao quadro, a radiofrequência agulhada (microagulhamento robótico) pode entrar no plano de tratamento como recurso complementar, sempre a critério médico.
Vasos no nariz: por que incomodam tanto e como tratamos
O tratamento de vasos no nariz merece um capítulo próprio porque é a queixa número um dentro desse grupo: o vasinho fica no centro do rosto, não sai com maquiagem leve e tende a dilatar com calor e sol. A asa nasal concentra vasos de diferentes calibres — por isso é comum combinarmos o laser 1064 para os mais grossos e a radiofrequência para os mais finos na mesma região.
Uma informação honesta que faz parte da avaliação: o nariz é a região com maior tendência à recorrência. O tratamento elimina os vasos tratados, mas a predisposição continua — novos vasos podem surgir com o tempo, e sessões de manutenção podem ser necessárias. Quem promete “nunca mais” não está descrevendo a biologia da região.
Importante: diferente das pernas — onde a escleroterapia (secagem de vasinhos com injeção) é o padrão —, no rosto a injeção esclerosante não é a rotina: a região é tratada com laser, luz e radiofrequência, que são mais precisos e seguros para a face.
Como é a sessão e quantas são necessárias
Tudo começa na consulta: o dermatologista examina os vasos (calibre, cor, profundidade e extensão), investiga se há rosácea ou outra causa associada e define quais tecnologias entram no seu plano — laser 1064, luz intensa pulsada, radiofrequência ou a combinação delas.
Na sessão, você usa óculos de proteção e a pele é resfriada durante os disparos. A sensação é de pequenos “toques de elástico” com calor, bem tolerada pela maioria das pessoas — anestesia geralmente não é necessária, e um creme anestésico pode ser usado em regiões mais sensíveis. O procedimento dura em torno de 15 a 30 minutos e você volta às atividades normais em seguida; é comum a região ficar avermelhada por algumas horas e o vaso escurecer antes de ser reabsorvido.
Quanto ao número de sessões, a expectativa real — a mesma que o Dr. Claudio Wulkan apresenta no vídeo desta página — é de 1 a 3 sessões na maioria dos casos, com intervalo de cerca de 4 semanas entre elas. Vasos mais calibrosos ou áreas extensas podem pedir mais; a resposta varia de pessoa para pessoa.
Cuidados antes e depois do tratamento
Antes: evitar bronzeamento (sol forte ou autobronzeador) nas semanas que antecedem a sessão — a pele bronzeada compete pela energia do laser e aumenta o risco de manchas. Se você usa ácidos ou outros ativos no rosto, informe na avaliação; alguns são pausados dias antes.
Depois: protetor solar rigoroso e reaplicado, compressas frias se houver desconforto nas primeiras horas, e evitar calor intenso (exercício pesado, sauna, banho muito quente) por 24 a 48 horas. Maquiagem costuma ser liberada no dia seguinte, conforme orientação da equipe. Sinais incomuns — bolhas, dor que piora, crostas extensas — pedem contato com a clínica.
Quanto custa o tratamento de vasos no rosto
Na Clínica Wulkan, a sessão de tratamento de vasos no rosto fica em geral entre R$ 800 e R$ 2.000. O valor varia conforme a extensão da área, o número de vasos, as tecnologias combinadas no seu plano (laser 1064, luz intensa pulsada, radiofrequência) e o número de sessões necessárias.
O valor exato do seu caso é definido na avaliação — é ela que determina quantas sessões e quais tecnologias o seu quadro pede. Desconfie de preço fechado sem exame dos vasos: tratar um vasinho isolado na asa do nariz e tratar uma face inteira com rosácea são procedimentos muito diferentes.
Artigos científicos recentes sobre tratamento de vasos no rosto
A literatura recente sustenta o que vemos no consultório. Um relato publicado no JAAD Case Reports em 2026 documentou o tratamento de lesões vasculares faciais com o laser Nd:YAG 1064 nm de pulso longo — com redução expressiva do calibre dos vasos e sem cicatrizes — e destaca séries da literatura com melhora completa ou marcada em 97% das telangiectasias faciais tratadas e 87% dos pacientes sem recorrência em 12 meses (Velázquez-Arenas et al., JAAD Case Reports, 2026 — PMC).
Já para o componente de vermelhidão difusa, uma meta-análise de 2024 no Journal of Cosmetic Dermatology (4 estudos, 141 pacientes) comparou a luz intensa pulsada com o laser de corante pulsado no manejo da rosácea: as duas tecnologias foram eficazes no eritema e nas telangiectasias, e a LIP obteve taxa significativamente maior de clareamento acima de 75% (Zhai et al., J Cosmet Dermatol, 2024 — PMC). São dados que reforçam a lógica da clínica: cada tipo de vaso responde melhor a uma tecnologia — e a combinação, bem indicada, responde melhor que qualquer uma isolada.
Perguntas frequentes sobre vasos no rosto e no nariz
O que é telangiectasia? É a mesma coisa que vasinho?
Sim. Telangiectasia é o nome médico dos “vasinhos”: pequenos vasos sanguíneos dilatados, com menos de 1 milímetro, visíveis na superfície da pele como linhas vermelhas ou arroxeadas. No rosto, aparecem principalmente nas asas do nariz, nas bochechas e no queixo.
Elas podem ocorrer isoladas — por predisposição genética, sol, trauma local — ou fazer parte de um quadro de rosácea, quando vêm acompanhadas de vermelhidão difusa que piora com calor, sol e álcool. Diferenciar as duas situações é parte da avaliação, porque muda o plano de tratamento.
Qual o melhor tratamento para vasinhos no rosto e no nariz?
Depende do tipo de vaso. Vasos mais calibrosos e azulados respondem melhor ao laser vascular Nd:YAG 1064 nm de pulso longo; a vermelhidão difusa e os vasos finos espalhados respondem melhor à luz intensa pulsada; e vasos muito finos e pontuais podem ser cauterizados com radiofrequência.
Na prática, o melhor resultado costuma vir da combinação das tecnologias — e é por isso que a avaliação médica vem antes do aparelho. Na Clínica Wulkan, o plano é montado vaso a vaso, com as três tecnologias disponíveis na própria clínica.
O tratamento de vasos no rosto dói? Precisa de anestesia?
A sensação mais relatada é a de pequenos “toques de elástico” com calor a cada disparo, bem tolerada pela maioria das pessoas. O sistema de resfriamento do aparelho protege a pele e reduz o desconforto durante toda a sessão.
Anestesia geral não é usada. Em regiões mais sensíveis — como a asa do nariz —, um creme anestésico pode ser aplicado antes, a critério médico. A sessão é rápida, em torno de 15 a 30 minutos, e você sai da clínica sem curativos.
Quantas sessões são necessárias para eliminar os vasinhos?
Na maioria dos casos, de 1 a 3 sessões, com intervalo de cerca de 4 semanas — essa é a expectativa real que o Dr. Claudio Wulkan apresenta no vídeo desta página. Alguns vasos somem já na primeira aplicação; outros escurecem e são reabsorvidos pelo organismo ao longo das semanas seguintes.
Áreas extensas, vasos mais calibrosos ou quadros de rosácea associada podem pedir mais sessões. O número exato é definido na avaliação e reavaliado a cada retorno, conforme a resposta da sua pele.
Os vasinhos tratados podem voltar?
Os vasos tratados são fechados e reabsorvidos — esses não “reabrem”. O que pode acontecer é o surgimento de vasos novos com o tempo, porque a predisposição (genética, pele clara, rosácea, sol) continua existindo. O nariz é a região com maior tendência a isso.
Na literatura, há séries com 87% dos pacientes sem recorrência em 12 meses após o tratamento com laser. Fotoproteção diária e o controle da rosácea, quando presente, ajudam a manter o resultado — e sessões de manutenção pontuais resolvem os vasos que eventualmente surgirem.
Quanto custa a secagem de vasinhos no rosto?
Na Clínica Wulkan, a sessão fica em geral entre R$ 800 e R$ 2.000, dependendo da extensão da área, do número de vasos e das tecnologias combinadas (laser 1064, luz intensa pulsada, radiofrequência). O valor exato é definido na avaliação, junto com o número previsto de sessões.
Vale lembrar que “secagem de vasinhos” com injeção (escleroterapia) é o método das pernas. No rosto, o tratamento é feito com laser, luz e radiofrequência — mais precisos e seguros para a face. Se a sua dúvida é sobre as pernas, veja a página de secagem de vasinhos com escleroterapia.
Tenho uma veia no rosto perto do olho. Dá para tratar?
Na maioria dos casos, sim. A região periocular pede cuidado extra: o exame define o calibre e a profundidade do vaso, e a proteção ocular é reforçada — incluindo, quando necessário, protetores especiais posicionados sobre o olho durante os disparos.
Por ser uma área delicada, é o tipo de caso que deve ser tratado por dermatologista com experiência em laser vascular, em ambiente médico. Na avaliação, o Dr. Claudio Wulkan define a tecnologia e os parâmetros adequados para tratar o vaso sem riscos para a região dos olhos.
Quem tem rosácea pode fazer o tratamento?
Pode — e costuma ser quem mais se beneficia. O laser e a luz intensa pulsada tratam o componente vascular da rosácea: os vasinhos visíveis e a vermelhidão persistente. A meta-análise de 2024 citada na seção de ciência confirma a eficácia das duas tecnologias exatamente nesse cenário.
O que o tratamento não faz é curar a rosácea, que é uma condição crônica: ela pede controle contínuo, com cuidados de pele e medicações quando indicadas. Tratar os vasos melhora muito a aparência — e o controle da doença mantém o resultado. As duas frentes caminham juntas no acompanhamento com o dermatologista, que também acompanha a rosácea em si.
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