
Peeling a laser é o nome popular dos tratamentos com laser que renovam a pele com o mesmo objetivo do peeling químico — melhorar textura, manchas, poros e rugas —, porém sem a descamação intensa do peeling tradicional. Em vez de ácidos, usa-se luz e calor controlados, com recuperação que varia de 1 a 7 dias conforme o aparelho e a intensidade escolhidos.
Sumário: o que você vai encontrar aqui sobre peeling a laser
- O que é um peeling a laser e como funciona
- Assista: CO2, Erbium ou Lavieen — qual laser escolher
- Como fazer um peeling a laser em São Paulo
- Diferentes tipos de peelings a laser
- Quais aparelhos temos na clínica
- O que a ciência recente mostra
- Perguntas frequentes
O Dr. Claudio Wulkan é especialista em peeling a laser e nas tecnologias que o realizam — dermatologista (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944), formado pela UNIFESP em 1997, membro do corpo clínico do Hospital Albert Einstein, com quase 30 anos de experiência, mais de 20 tecnologias de laser e ensino a outros médicos em congressos internacionais há décadas. A Clínica Wulkan mantém um andar exclusivo de lasers e peelings, o que permite escolher o aparelho certo para a sua pele — e não adaptar a sua pele ao único aparelho disponível. Atendimento em ambiente médico, nas unidades Jardim Paulista e Osasco.
Assista: CO2, Erbium ou Lavieen — qual laser escolher
No vídeo, o Dr. Claudio Wulkan compara as três tecnologias mais procuradas hoje: o CO2 fracionado, mais profundo, indicado para cicatrizes e casos complexos, com recuperação mais longa; o Erbium fracionado, o equilíbrio entre resultado e retorno rápido à rotina; e o Lavieen (túlio), subablativo, voltado a textura, manchas e viço em sessões seriadas. A conclusão dele resume a lógica desta página: a pergunta certa não é qual laser é o melhor, e sim qual é o melhor para a sua queixa, o seu tipo de pele e o tempo de recuperação que a sua rotina permite.
O que é um peeling a laser? E como funciona um peeling a laser ?
O conceito de peeling a laser cresceu muito nos últimos anos.
Cada vez mais pacientes procuram clínicas de dermatologia com o objetivo de fazer um “peeling a laser”.
Sem aquele ardor suave e desconforto que alguns peelings mais fortes causam durante o período de descamação.

Como fazer um peeling a laser em São Paulo ?
Diferentes tipos de peelings a laser

Quais aparelhos e peelings a laser dispomos na clínica de São Paulo
A Clinica Wulkan mantém um ambulatório de peelings e um ambulatório de lasers, com 1 andar exclusivo com aparelhos modernos e diversas tecnologias e máquinas, oferecendo o que a dermatologia tem de mais moderno, seguro e cientificamente comprovado.
- luz intensa pulsada, square pulse
- laser fracionados não-ablativos 1340nm
- laser fracionado ablativo de Co2 e Erbio
- laser Q-switched para laser toning, manchas, e tatuagem
- laser Nd:yag para vasos, pelos, rejuvenescimento
- Laser de túlio 1927 , para textura, manchas e viço
Temas desta página: peeling a laser, peeling a laser em São Paulo, Osasco e Alphaville, rejuvenescimento com peeling a laser.

O que a ciência recente mostra sobre o peeling a laser – ARTIGOS CIENTÍFICOS RECENTES
Entre os aparelhos que a clínica utiliza está o laser de túlio 1927 nm, um fracionado não ablativo. Um estudo prospectivo avaliou exatamente essa tecnologia no fotoenvelhecimento de peles asiáticas — população com fototipos mais altos, em que a segurança importa ainda mais — e documentou o perfil de eficácia e segurança do 1927 nm fracionado (estudo prospectivo, PMC).
Na prática, essa segurança vem sendo confirmada em estudos específicos. Uma revisão da literatura sobre os lasers fracionados não ablativos de 1440 nm e 1927 nm reuniu ensaios randomizados e estudos de coorte para avaliar exatamente o perfil de segurança dessas tecnologias no resurfacing (revisão de segurança, PMC) — a família de aparelhos que, no vocabulário dos pacientes, costuma ser chamada de peeling a laser.
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Artigos científicos recentes sobre peeling a laser
Os números citados nesta página vêm dos trabalhos abaixo, indexados no PubMed:
- Qiao S e cols., Lasers in Medical Science, 2025 — ensaio randomizado de face dividida em 36 pacientes: laser de túlio 1927 nm em quatro sessões a cada quatro semanas, com ganho adicional quando associado a peeling de ácido salicílico (10,51% contra 7,26% de melhora no escore de fotoenvelhecimento).
- Goldman MP e cols., Lasers in Surgery and Medicine, 2026 — revisão de 15 estudos em pele de fototipo III a VI: o 1927 nm é eficaz em melasma e fotoenvelhecimento, e reduzir energia e densidade diminui o risco de mancha pós-inflamatória nessas peles.
- Friedman PM e cols., Lasers in Surgery and Medicine, 2025 — revisão dos dois comprimentos de onda: o 1550 nm mira discromia, linhas finas e cicatrizes; o 1927 nm, ceratose actínica e lesões pigmentadas, com protocolo ajustado por área e fototipo.
Perguntas frequentes: peeling a laser em São Paulo
Peeling a laser descama igual ao peeling químico?
Não, e a diferença está no modo como cada um age. O peeling químico remove a camada superficial da pele inteira, de forma uniforme — por isso a descamação vem em lâminas e costuma durar de dois a quatro dias. O laser fracionado trabalha em colunas microscópicas, deixando pele intacta entre uma e outra, e é essa pele preservada que acelera a recuperação.
Na prática, o que se vê são casquinhas pequenas e um aspecto de pele mais áspera por algo entre 1 e 7 dias, conforme o aparelho e a intensidade escolhida. O laser de túlio 1927 nm usado aqui é não ablativo: ele entrega calor em profundidade sem remover a superfície, o que explica por que a recuperação é mais discreta que a do peeling químico de média profundidade.
Menos descamação, porém, não quer dizer menos cuidado. A barreira da pele fica temporariamente fragilizada, e o protetor solar rigoroso nesse período é o que separa um bom resultado de uma mancha pós-inflamatória. Esse risco é maior em pele mais pigmentada, e a literatura mostra que ele cai quando se usa energia e densidade menores — motivo pelo qual o parâmetro é ajustado ao seu fototipo, e não copiado de um protocolo padrão.
Qual é a diferença entre peeling a laser e laser de CO2?
O laser de CO2 é um laser fracionado ablativo: ele remove camadas da pele e provoca descamação e feridas que duram de 3 a 7 dias, entregando o resultado mais expressivo dos três em cicatrizes e casos complexos.
Já o que popularmente se chama de peeling a laser costuma envolver tecnologias mais suaves — luz intensa pulsada, Q-switched, Nd:YAG e lasers fracionados não ablativos —, com recuperação mais curta e ganho mais gradual.
Quantas sessões de peeling a laser são necessárias?
O protocolo mais estudado para o laser de túlio 1927 trabalha com quatro sessões, espaçadas de quatro em quatro semanas. Foi esse o desenho de um ensaio clínico de 2025 com 36 pacientes de fotoenvelhecimento moderado a grave, em que cada lado do rosto recebeu um tratamento diferente para comparação.
O número varia conforme o alvo: mancha superficial costuma responder em menos sessões do que fotoenvelhecimento com textura irregular. E há ganho real em combinar — no mesmo estudo, associar um peeling químico de ácido salicílico ao laser melhorou o escore de fotoenvelhecimento em 10,51%, contra 7,26% do laser isolado.
O intervalo de quatro semanas não é número redondo por acaso: é mais ou menos o tempo que a pele leva para completar a renovação e começar a organizar colágeno novo. Encurtar esse intervalo não acelera o resultado — aumenta o risco de irritação e de mancha, sobretudo em pele mais pigmentada.
Peeling a laser serve para manchas e melasma?
Algumas tecnologias tratam manchas com bons resultados, como o Q-switched no chamado laser toning e os fracionados não ablativos. Mas o melasma exige cautela especial: o melanócito de quem tem melasma é hiper-reativo e responde mal a agressão excessiva.
Por isso, no melasma a lógica é a oposta da intuição: protocolos mais suaves e repetidos costumam funcionar melhor do que um procedimento agressivo isolado, sempre com fotoproteção rigorosa. Veja também a página de especialista em melasma em São Paulo.
Peeling a laser dói?
O desconforto varia conforme a tecnologia e a intensidade. Os tratamentos mais suaves costumam ser bem tolerados, enquanto os mais profundos, como o CO2 fracionado, geram mais desconforto durante a sessão.
Existem recursos para conforto durante o procedimento, definidos caso a caso pelo médico. Esse é um dos pontos discutidos na avaliação, junto com a escolha do aparelho.
Se você quer renovar a pele e está em dúvida sobre qual peeling a laser combina com a sua queixa e com a sua rotina, agende uma avaliação com o time do Dr. Claudio Wulkan (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944 · UNIFESP · Hospital Albert Einstein · quase 30 anos de experiência e mais de 20 tecnologias). Com um andar exclusivo de lasers e peelings, a escolha do aparelho é feita para a sua pele — do mais suave ao mais profundo. Atendemos em São Paulo (Jardim Paulista) e Osasco.
O conceito de peeling a laser cresceu muito nos últimos anos.