Dr Claudio no jornal  –  Especialista em Rosácea
Rosácea no Inverno: Por Que o Frio Piora e Como Cuidar

Frio pode intensificar doença que causa inflamação

Sobre o tema desta reportagem, a Clínica Wulkan mantém um guia atualizado: rosácea — o que é, tipos e tratamento.

A rosácea no inverno costuma piorar, e a explicação está na reportagem do Jornal Agora reproduzida nesta página, em que o Dr. Claudio Wulkan foi consultado: o frio, o vento e o contraste entre a rua gelada e o ambiente aquecido rompem a barreira da pele e provocam crises de vermelhidão. Aqui, o que muda no cuidado durante os meses frios.

Revisado por Dr. Claudio Wulkan — dermatologista, CRM-SP 90.579 · RQE 39944. Formado em 1997 pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), com quase 30 anos de experiência em dermatologia e mais de 20 tecnologias no tratamento da pele. Última revisão: setembro de 2026.

Sumário: o que você vai encontrar aqui sobre rosácea no inverno

O Dr. Claudio Wulkan é especialista em rosácea e foi a fonte médica desta reportagem sobre rosácea no inverno — dermatologista (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944), formado pela UNIFESP em 1997, membro do corpo clínico do Hospital Albert Einstein, professor de laser em dermatologia (online e presencial) e autor de trabalhos e cursos médicos de laser, com quase 30 anos de experiência e mais de 20 tecnologias para a pele. Ser procurado pela imprensa para explicar a doença é consequência de décadas tratando esse tipo de pele. A Clínica Wulkan, fundada em 1985, atende nas unidades do Jardim Paulista e de Osasco.

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Por que o frio intensifica a rosácea

O frio age por três caminhos ao mesmo tempo. Primeiro, o vento e a baixa umidade retiram água da camada mais externa da pele e comprometem a barreira cutânea — que na rosácea já é frágil. Pele com barreira rompida arde, coça e reage a qualquer produto.

Segundo, o contraste de temperatura: sair da rua gelada para o carro com aquecedor, ou tomar um banho muito quente depois do frio, provoca vasodilatação brusca — é o gatilho térmico clássico do rubor.

Terceiro, o inverno muda hábitos que, por si sós, são gatilhos: bebidas quentes com mais frequência, comida mais condimentada, banhos mais demorados e quentes, aquecedor e lareira. Somados, explicam por que tanta gente relata piora justamente nessa época.

Os cuidados que mudam no inverno

Banho morno e curto. Água quente é o erro mais comum do inverno: alivia por um minuto e deixa a pele mais seca e reativa depois. Vale para o rosto e para o corpo.

Hidratante mais consistente. No frio, faz sentido trocar o gel por um creme que reforce a barreira, com ceramidas, glicerina ou niacinamida, sem fragrância.

Proteger do vento. Cachecol ou gola alta cobrindo bochechas e nariz nas saídas em dias muito frios reduz bastante as crises de quem mora em região de inverno rigoroso.

Protetor solar mesmo no frio. É o cuidado mais esquecido: o sol continua incidindo no inverno, e a radiação ultravioleta segue sendo o principal agravante da rosácea ao longo dos anos.

Cuidado com o aquecedor e a lareira. O calor radiante direto no rosto dispara o rubor tão bem quanto o sol do verão. Manter distância já ajuda.

Inverno é a melhor época para tratar a laser

Há uma vantagem prática nos meses frios: a menor exposição solar é justamente o que os tratamentos com luz e laser pedem antes e depois das sessões. Quem começa o tratamento no inverno chega ao verão com a vermelhidão e os vasinhos já tratados.

Na Clínica Wulkan, o componente vascular é tratado com luz intensa pulsada e laser vascular Nd:YAG 1064 de pulso longo, complementados pelo Red Touch Pro para a qualidade da pele. Veja o detalhamento em rosácea telangiectásica.

Isso não significa que não se possa tratar no verão — significa que a disciplina com o protetor solar precisa ser ainda maior. O panorama completo da doença está em rosácea: o que é, tipos e tratamento.

A reportagem do Jornal Agora

A imagem acima reproduz a matéria do Jornal Agora, “Frio pode intensificar doença que causa inflamação”, em que a rosácea foi tema e o Dr. Claudio Wulkan foi consultado como dermatologista. O conteúdo desta página desenvolve e atualiza o que foi tratado ali.

Artigos científicos recentes sobre rosácea no inverno

Sintomas subjetivos e ansiedade (2026). Estudo transversal com 482 pacientes recém-diagnosticados mostrou que ardor, ressecamento e coceira moderados a graves — exatamente os sintomas que o frio agrava — são fatores de risco independentes para ansiedade, e que tratá-los melhora os escores de ansiedade e a qualidade de vida. Publicado em Frontiers in Public Health: Subjective symptoms are associated with anxiety in patients with rosacea (PMC13518192).

Consenso sobre lasers e tecnologias (2026). Dezesseis especialistas alemães conduziram revisão sistemática, meta-análise e processo Delphi de três rodadas para definir o papel dos lasers e dos dispositivos baseados em energia no tratamento da rosácea. Publicado no Journal der Deutschen Dermatologischen Gesellschaft: National Delphi consensus on laser and energy-based treatments for rosacea (PMC13434986).

Combinação de tecnologias: sempre um aspecto melhor. Cada tecnologia enxerga um alvo diferente dentro da mesma doença. Associá-las sempre melhora o aspecto, e é o caminho que a literatura recente aponta e que a nossa experiência confirma: a combinação rende mais que a monoterapia, tanto na vermelhidão quanto nas lesões e na qualidade da pele.

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Perguntas frequentes: rosácea no inverno

Por que a rosácea piora no frio?

Por três motivos somados: vento e baixa umidade rompem a barreira da pele, deixando-a mais reativa; o contraste entre frio e calor provoca vasodilatação brusca; e os hábitos de inverno — banho quente, bebida quente, aquecedor, comida condimentada — são gatilhos conhecidos.

A boa notícia é que os três são administráveis. Ajustar a temperatura do banho, reforçar o hidratante e proteger o rosto do vento já reduzem bastante a frequência das crises.

Preciso de protetor solar no inverno tendo rosácea?

Sim, todos os dias. A radiação ultravioleta atravessa nuvens e continua incidindo no inverno, e o sol acumulado é o principal agravante da rosácea ao longo dos anos — não apenas nas férias de verão.

Prefira fórmulas de amplo espectro, sem fragrância, para pele sensível. É o produto que mais protege o resultado de qualquer tratamento que você faça.

Banho quente piora a rosácea?

Piora. O calor da água dilata os vasos e desencadeia o rubor na hora, além de remover a camada de gordura que protege a pele — o que deixa o rosto mais seco e sensível nas horas seguintes.

A recomendação é banho morno e mais curto, com o rosto lavado com água fria ou morna e sabonete suave. Vale também evitar deixar a água quente cair diretamente sobre o rosto.

Inverno é boa época para fazer laser na rosácea?

É a época mais confortável, porque os tratamentos com luz e laser pedem menos exposição solar antes e depois das sessões — e no inverno isso acontece naturalmente. Começando no frio, você chega ao verão com o tratamento adiantado.

Isso não impede tratar em outras estações; apenas exige disciplina maior com o protetor solar. A decisão sobre a época e a tecnologia é tomada na avaliação.

Leia também

Se a sua rosácea no inverno piora todos os anos, agende uma avaliação com o time do Dr. Claudio Wulkan, especialista em rosácea (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944 · UNIFESP · Hospital Albert Einstein · professor de laser em dermatologia · quase 30 anos de experiência e mais de 20 tecnologias). O frio é a melhor época para tratar o componente vascular com luz intensa pulsada e laser, numa clínica fundada em 1985. Atendemos em São Paulo (Jardim Paulista) e Osasco.

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O inverno é boa época para tratar: conheça o serviço em especialista em rosácea.

A forma mais avançada da doença, com espessamento do nariz, tem tratamento próprio: tratamento do rinofima.