Assista no canal do Dr. Claudio Wulkan:

Dermoabrasão

Dermoabrasão é um procedimento cirúrgico no qual o cirurgião dermatológico literalmente lixa a pele com um instrumento abrasivo rotatório ou lixas d’água, aplainando a superfície e imperfeições da pele. É utilizada para tratar cicatrizes traumáticas, cirúrgicas ou de acne, além de rugas mais profundas e remoção de tatuagens. A dermoabrasão pode ser feita no consultório ou no hospital, sob anestesia local, com ou sem sedação. A cicatrização total geralmente ocorre em até dez dias. A nova pele formada tem coloração rosa, e gradualmente retorna à aparência normal em 8 a 12 semanas. Em pessoas de pele mais escura, este processo pode durar meses e deve ser acompanhado pelo dermatologista.

Fonte: SBCD

Dr. Claudio Wulkan é:

Dermatologia Clínica e Cirúrgica
UNIFESP – Escola Paulista de Medicina
Revisor Científico de Livros de Dermatologia da Editora Médica Manole
Assistente no ambulatório de Dermatologia Estética na Faculdade de Medicina, FMABC

Membro das:
Sociedade Brasileira de Dermatologia
Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica
American Academy of Dermatology
Corpo Clínico Hosp. Israelita Albert Einstein Alphaville desde 2004
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Saiba mais sobre:

Preenchimento de lábio ácido hialurônico  SP – São Paulo – Osasco

Especialista – Dermatologista em SP – São Paulo – Osasco

Especialista Tratamento Hidradenite ou Hidrosadenite SP

Tratamento suor ou hiperidrose virilha

Tratamento suor ou hiperidrose coxa e genital 

Da dermoabrasão ao resurfacing moderno de cicatriz de acne

A dermoabrasão mecânica clássica foi, por muitos anos, uma das formas de “lixar” a pele para tratar cicatriz de acne. Hoje ela caiu em desuso na literatura, substituída por opções mais precisas e seguras — laser fracionado, radiofrequência agulhada, subcisão e peelings —, quase sempre combinadas. Na Clínica Wulkan, o resurfacing de cicatriz é feito com essas tecnologias modernas, escolhidas conforme o seu tipo de cicatriz. Conheça o tratamento de cicatriz de acne.

O que a ciência recente mostra

A maior síntese recente sobre o tema é uma revisão sistemática com metanálise em rede publicada em 2025 na revista PeerJ, que reuniu 68 ensaios clínicos randomizados e 4.480 pacientes para comparar praticamente todas as opções em uso — laser fracionado, peeling químico, microagulhamento, subcisão e preenchedores, isolados ou combinados. O padrão que emerge é claro: o resurfacing a laser é a espinha dorsal do tratamento da cicatriz atrófica, mas os melhores resultados vêm quando ele é combinado a outra técnica — associar preenchimento ou peeling ao laser elevou de forma consistente tanto a redução da gravidade quanto a satisfação do paciente.

Para a nossa prática, isso confirma a lógica que já seguimos: em vez de apostar numa técnica única (como a antiga dermoabrasão isolada), montamos um protocolo combinado e escalonado — laser fracionado como base, somado a subcisão, preenchimento ou bioestimulador conforme o caso. É essa combinação, e não uma tecnologia sozinha, que faz a diferença no resultado final (fonte: PeerJ, 2025). Como toda metanálise em rede, há heterogeneidade entre os estudos — os números indicam tendência, não garantia individual.

No tratamento de cicatriz de acne, a combinação certa depende de quem avalia. O Dr. Claudio Wulkan (CRM-SP 90.579 · RQE 39944 · UNIFESP 1997 · corpo clínico do Hospital Albert Einstein · cerca de 30 anos · mais de 20 tecnologias) trata cicatriz há décadas e ensina outros médicos a montar esses protocolos, em ambiente médico, nas unidades Jardim Paulista e Osasco.

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