Como tratar as olheiras

Antes de tratar, é preciso saber o que causa as olheiras no seu caso: genética, envelhecimento, pigmento (melanina ou hemossiderina), vasos, sono ruim, alergia — ou o sulco que faz sombra sob os olhos. Cada causa pede um tratamento diferente, e é por isso que o mesmo procedimento funciona para uma pessoa e não para outra.

Revisado por Dr. Claudio Wulkan — CRM-SP 90.579 · RQE 39944 · Dermatologia. Atualizado em 01/08/2026.

Sumário: o que você vai encontrar aqui sobre o que causa as olheiras

O Dr. Claudio Wulkan é especialista em o que causa as olheiras. Dermatologista formado pela UNIFESP em 1997 (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944), corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, cerca de 30 anos de prática, mais de 20 lasers e tecnologias na clínica e experiência ensinando outros médicos em cursos e congressos internacionais. Ele avalia qual é o componente predominante da sua olheira antes de indicar qualquer aparelho.

Na Clínica Wulkan (Jardim Paulista e Osasco), a região dos olhos é avaliada individualmente, em ambiente médico — o lugar certo para tratar com segurança.

Falar sobre o que causa as olheiras no WhatsApp

O que causa as olheiras (e como isso define o tratamento)

Muita gente acredita que o cansaço é o principal causador da olheira…ele ajuda a piorar o problema, mas não é só ele. Muitas vezes a olheira é genética e costuma ser percebida após os 30 anos, com o envelhecimento normal da pele.

Alergia, gripe, anemia, menstruação e o cigarro podem piorar as olheiras. Já a falta de sono dificulta o processo de drenagem dentro dos vasos. Quando dormimos mal, a musculatura dos olhos fica tensa, não relaxa, aumentando o calibre dos vasos, o que deixa a coloração arroxeada.

Hoje existem diversos tratamentos disponíveis, por isso é preciso avaliar os aspectos das olheiras – se o problema é pigmentação, profundidade, flacidez, bolsa de gordura ou todos juntos.

As melhores opções de tratamento hoje em dia

Peeling de acido tioglicólico: voltado para os casos de olheiras causadas pelo acúmulo de hemossiderina.

Luz intensa pulsada. O aparelho emite uma luz que gera calor na pele. Além das olheiras, também é usado no combate às sardas e vasinhos da face, bem como para ativar o colágeno, reduzindo a flacidez e rugas. É indicado para as olheiras causadas pelo acúmulo de melanina.

Laser fracionado: trata pacientes que apresentam sinais de hiperpigmentação – caso das olheiras – associado a flacidez da pálpebra.

Laser NdYag Qswitched fracionado: atinge diretamente a melanina, quebrando-a em pequenos pedaços e, dessa forma, clareando o rosto e impedindo que as áreas escuras voltem a aparecer.

Preenchimento com ácido hialurônico: atua preenchendo a área abaixo dos olhos, onde há formação de um sulco. Esse sulco determina uma área de sombra, com um aspecto de cansaço persistente.

É importante lembrar que cada caso deve ser analisado pelo seu dermatologista para que seja escolhido o melhor tratamento para seu tipo de pele.

Dr. Claudio Wulkan é:

Dermatologia Clínica e Cirúrgica
UNIFESP – Escola Paulista de Medicina
Revisor Científico de Livros de Dermatologia da Editora Médica Manole
Assistente no ambulatório de Dermatologia Estética na Faculdade de Medicina, FMABC

Membro das:
Sociedade Brasileira de Dermatologia
Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica
American Academy of Dermatology
Corpo Clínico Hosp. Israelita Albert Einstein Alphaville desde 2004
——————————————–

Saiba mais sobre:

O que diz a ciência sobre cremes para olheira (2025)

Um estudo publicado em 2025 no Journal of Cosmetic Dermatology (Brady e Shah-Desai, Reino Unido) testou uma formulação tópica com niacinamida, arbutina, ácido tranexâmico, ubiquinona e extratos vegetais, aplicada duas vezes ao dia por seis semanas em pessoas com olheiras visíveis. A medição foi instrumental (não só impressão dos participantes) e mostrou redução estatisticamente significativa na intensidade da pigmentação.

O que isso significa na prática: para a olheira com componente de pigmento, o tratamento tópico bem indicado tem efeito real e é uma boa base. O que ele não faz é corrigir o sulco, a flacidez ou a bolsa de gordura — por isso a avaliação define se o creme é o tratamento ou apenas a manutenção.

Brady RT, Shah-Desai S. Clinical Efficacy of a Novel Topical Formulation on Periorbital Dark Circles. J Cosmet Dermatol, 2025 (PubMed 40626342)

Se a causa principal for o sulco sob os olhos, veja como funciona o preenchimento de olheiras com ácido hialurônico.

Se a queixa envolve bolsas e flacidez, conheça o tratamento de bolsas e olheiras com laser e radiofrequência.

Quanto custa tratar olheiras

O tratamento das olheiras com laser fica, em média, na faixa de R$ 2.500 a R$ 3.500. Quando o caso pede preenchimento na região, a faixa é de R$ 2.000 a R$ 4.000. O valor exato depende da avaliação, porque muda conforme o tipo de olheira que você tem — pigmentar, vascular ou por sombra estrutural — e conforme a combinação que o caso exigir.

Vale entender por que essa região não é lugar para buscar o menor preço: os procedimentos ali são tecnicamente complexos, pedem produto de primeira linha e aplicação em plano profundo, com domínio da anatomia local. A pele é a mais fina do rosto e vizinha de estruturas nobres — a margem entre o resultado natural e o problema é a técnica.

É honesto dizer o que se vê na prática: a queixa que mais chega à clínica nessa região é a de remover preenchimento mal feito, aplicado por profissional pouco habilitado. A correção costuma custar mais tempo e mais dinheiro do que teria custado fazer certo da primeira vez. Antes de decidir por preço, pergunte qual produto será usado, em que plano será aplicado e quem fará a aplicação.

Perguntas frequentes sobre o que causa as olheiras

O que causa olheira?

A causa mais comum é a combinação de genética com envelhecimento da pele, que fica mais fina e deixa vasos e sombra aparentes. Pigmento (melanina), acúmulo de hemossiderina, alergia, cigarro, anemia e noites mal dormidas pioram o quadro — e o sulco da goteira lacrimal cria a sombra que dá o ar de cansaço.

Na maioria dos rostos há mais de uma causa ao mesmo tempo, e é isso que torna o tratamento individual: acúmulo de melanina na pele da região, transparência dos vasos sob pele muito fina, e perda de suporte que cria sombra pelo próprio relevo. Rinite, alergia crônica, privação de sono e genética atuam sobre esses três mecanismos em proporções diferentes.

Olheira de cansaço melhora dormindo mais?

Dormir bem ajuda, porque a má qualidade do sono dificulta a drenagem e dilata os vasos ao redor dos olhos. Mas se houver pigmento ou sulco estrutural, só o sono não resolve — a melhora vem do tratamento adequado à causa.

Melhora a parte que depende de inchaço e de congestão, que é real mas costuma ser a menor: noites bem dormidas reduzem a retenção matinal e a aparência de abatimento. O que não muda com sono é o componente pigmentar e o estrutural — se a olheira persiste igual mesmo em período de descanso, é sinal de que a causa principal é outra.

Olheira é genética? Tem como tratar mesmo assim?

Sim, o componente genético é frequente, e tem tratamento. O que muda é a expectativa: em olheira genética o objetivo é melhora consistente com manutenção, não desaparecimento definitivo.

A predisposição não se elimina, mas quase sempre há margem de melhora, porque mesmo a olheira de fundo genético tem componentes tratáveis: qualidade e espessura da pele, pigmentação e sombra por perda de suporte. O que muda com a genética é a expectativa de manutenção — o resultado precisa ser sustentado, e não conquistado uma vez só.

Creme para olheira funciona?

Ajuda nos casos com componente pigmentar, principalmente com ativos clareadores e uso constante — estudos objetivos mostram redução mensurável de pigmentação. Não corrige sulco, bolsa nem flacidez, que pedem procedimento.

Funciona para o componente pigmentar, com uso constante e associado à fotoproteção, e é um bom primeiro passo. O que o creme não alcança é vaso sob pele fina nem sombra por relevo — nesses casos, meses de aplicação diária entregam pouco, e a frustração vem de esperar do produto algo que ele não faz.

Como saber qual é o meu tipo de olheira?

Na avaliação, o dermatologista examina a região com a pele em repouso e em movimento e pode usar recursos como a dermatoscopia. Manobras simples — como observar se a sombra muda conforme a iluminação e a posição — ajudam a separar sulco de pigmento.

Existe um teste simples que o médico faz na consulta: observar a região com a pele esticada suavemente e com mudança de ângulo da luz. Se a coloração persiste, o componente é pigmentar; se some ao esticar, é vascular; se aparece ou desaparece conforme a incidência da luz, é sombra estrutural. Essa leitura de segundos é o que evita tratar o tipo errado por meses.

Descubra a causa da sua olheira na avaliação

O Dr. Claudio Wulkan é especialista em tratamento de olheiras — UNIFESP 1997 · CRM-SP 90.579 · RQE 39.944 · corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein · cerca de 30 anos de dermatologia · mais de 20 tecnologias em uso e décadas ensinando outros médicos em cursos e congressos internacionais. Duas unidades para a sua avaliação: Jardim Paulista (São Paulo) e Centro de Osasco.

Agendar avaliação de olheiras

O Dr. Claudio Wulkan é dermatologista especialista em tratamento das olheiras — CRM-SP 90.579 · RQE 39.944, formado pela UNIFESP em 1997, do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, com quase 30 anos de prática, repertório de mais de 20 tecnologias, atuação como professor de outros médicos e presença em congressos internacionais há décadas. É esse lastro que sustenta um atendimento seguro: a Clínica Wulkan é ambiente médico de verdade, com duas unidades — em São Paulo e em Osasco.

A avaliação sobre tratamento das olheiras é feita com o time, nas unidades do Jardim Paulista, em São Paulo, e do Osasco Centro. Toda indicação depende de avaliação individual.

Agendar avaliação sobre tratamento das olheiras