Olheiras: o que são, os três tipos e o que muda o tratamento
Olheiras quase nunca têm uma causa só. Elas resultam da combinação de pigmento, vasos aparentes sob uma pele muito fina e perda de volume abaixo do olho — e a proporção entre esses três fatores é o que determina qual tratamento funciona.
Esta página explica os tipos e quando a olheira merece avaliação médica. Se você quer saber como é feito o tratamento, quantas sessões e a faixa de valor, veja preenchimento de olheiras com ácido hialurônico em São Paulo e Osasco.
Os três tipos de olheira
Pigmentar: excesso de melanina na pele da pálpebra inferior. Tem tom acastanhado e é mais comum em fototipos mais altos. Piora com sol e com atrito — coçar o olho todo dia escurece a região.
Vascular: tom azulado ou arroxeado. Não é mancha: é a rede de vasos transparecendo através de uma pele muito fina. Fica mais evidente com cansaço, retenção de líquido e quadros alérgicos.
Estrutural: a mais confundida com as outras duas. Aqui não há escurecimento da pele — há sombra, criada pela depressão entre a pálpebra e a bochecha. Maquiagem clareadora não resolve, porque o problema é relevo, não cor.
Perguntas frequentes sobre olheiras
Toda olheira é igual?
Não. Existem basicamente três origens, e elas pedem condutas diferentes. A olheira pigmentar é escurecimento da própria pele, por melanina. A vascular é o azulado ou arroxeado dos vasos que transparecem sob uma pele fina. E a estrutural é sombra: a perda de volume abaixo do olho cria um sulco que escurece a região mesmo sem mancha nenhuma.
Na prática a maioria das pessoas tem uma combinação das três, em proporções diferentes. É isso que a avaliação define — e é a razão de um mesmo tratamento funcionar muito bem em uma pessoa e quase nada em outra.
Olheira pode indicar algum problema de saúde?
Na maior parte dos casos, olheira é característica anatômica e hereditária, não sinal de doença. Pele fina sob os olhos e tendência a pigmentação costumam vir de família.
Ainda assim, escurecimento que surge de forma rápida, acompanhado de inchaço persistente, coceira ou obstrução nasal frequente merece avaliação — quadros alérgicos e alterações do sono, por exemplo, acentuam a região. O dermatologista consegue separar o que é anatomia do que é sinal de outra coisa.
Dormir mais resolve a olheira?
Ajuda no que é retenção e cansaço, mas não muda a causa quando ela é pigmentar, vascular ou estrutural. Noite maldormida piora a aparência de quem já tem a predisposição; não é o que cria a olheira.
Por isso creme e sono corrigem parte do quadro e param aí. O que muda o resultado é tratar a origem certa — clareamento, laser vascular ou reposição de volume, conforme o caso.
Avaliação de olheiras com dermatologista
O Dr. Claudio Wulkan (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944, UNIFESP 1997, corpo clínico do Hospital Albert Einstein) avalia e trata olheiras há quase 30 anos, com mais de 20 tecnologias disponíveis na clínica, nas unidades de São Paulo (Jardim Paulista) e Osasco. O primeiro passo é identificar qual dos três tipos predomina no seu caso — sem isso, qualquer tratamento é tentativa.
[real3dflipbook id=”2″]