O antes e depois do laser de CO2 mostra, na prática, o que o resurfacing fracionado consegue: cicatrizes de acne mais rasas, rugas atenuadas, manchas mais claras e pele mais firme. Nesta página você vê 12 fotos reais de laser de CO2 antes e depois publicadas em estudos científicos de 2023 a 2025 — com a fonte de cada imagem — e entende prazos, número de sessões e cuidados que definem o resultado.
No vídeo, o Dr. Claudio Wulkan explica os tipos de laser de CO2 e por que essa tecnologia, décadas depois de criada, continua sendo o padrão-ouro de resurfacing — exatamente o que as fotos de antes e depois abaixo demonstram.
Sumário: o que você vai encontrar aqui sobre laser de CO2 antes e depois
- As 12 fotos de antes e depois, com a fonte científica de cada uma
- Antes, durante e depois: a linha do tempo da recuperação
- Os 3 aparelhos de laser de CO2 da clínica (e por que isso muda o resultado)
- CO2 combinado com outras tecnologias
- Referência internacional: onde médicos aprendem o CO2
- Riscos, contraindicações e como escolher onde fazer
- Quanto custa o laser de CO2 (faixa de preço e o que faz variar)
- O que os estudos mais recentes mostram
- Perguntas frequentes
- Referências científicas (fonte de cada foto)
O Dr. Claudio Wulkan é especialista em laser de CO2 fracionado — e em avaliar, com critério, que laser de CO2 antes e depois é realista para cada pele. Dermatologista (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944), formado pela UNIFESP em 1997, membro do corpo clínico do Hospital Albert Einstein, com quase 30 anos de experiência, mais de 20 tecnologias para a pele, ensina outros médicos e participa de congressos internacionais há décadas. É esse preparo — somado a três aparelhos de CO2 diferentes e modernos na própria clínica — que permite escolher o equipamento e o parâmetro certos para cada caso, com segurança, nas duas unidades (Jardim Paulista e Osasco).
Laser de CO2 antes e depois: 12 fotos de estudos científicos (2023–2025)
Todas as imagens abaixo vêm de artigos científicos de acesso aberto (licença Creative Commons), publicados nos últimos 3 anos em revistas médicas internacionais — e cada foto traz o link do estudo original. Preferimos esse caminho por transparência: em vez de casos selecionados a dedo, você vê resultados documentados, medidos por escalas clínicas e avaliados por pesquisadores independentes.

Fonte: Pan Z et al., Journal of Clinical Medicine, 2023 — Figura 3 (CC BY 4.0). Imagem reproduzida sob licença Creative Commons — ver o estudo original (texto completo gratuito).

Fonte: Pan Z et al., Journal of Clinical Medicine, 2023 — Figura 5 (CC BY 4.0). Imagem reproduzida sob licença Creative Commons — ver o estudo original (texto completo gratuito).

Fonte: Alegre-Sánchez A et al., Journal of Cosmetic Dermatology, 2025 — Figura 4 (CC BY 4.0). Imagem reproduzida sob licença Creative Commons — ver o estudo original (texto completo gratuito).

Fonte: Zhou C et al., Journal of Cosmetic Dermatology, 2025 — Figura 6 (CC BY 4.0). Imagem reproduzida sob licença Creative Commons — ver o estudo original (texto completo gratuito).

Fonte: Piccolo D et al., Skin Research and Technology, 2024 — Figura 4 (CC BY 4.0). Imagem reproduzida sob licença Creative Commons — ver o estudo original (texto completo gratuito).

Fonte: Piccolo D et al., Skin Research and Technology, 2024 — Figura 6 (CC BY 4.0). Imagem reproduzida sob licença Creative Commons — ver o estudo original (texto completo gratuito).

Fonte: Gu G et al., Journal of Cosmetic Dermatology, 2025 — Figura 1 (CC BY 4.0). Imagem reproduzida sob licença Creative Commons — ver o estudo original (texto completo gratuito).

Fonte: Gu G et al., Journal of Cosmetic Dermatology, 2025 — Figura 4 (CC BY 4.0). Imagem reproduzida sob licença Creative Commons — ver o estudo original (texto completo gratuito).

Fonte: Younes B et al., Lasers in Medical Science, 2025 — Figura 3 (CC BY 4.0). Imagem reproduzida sob licença Creative Commons — ver o estudo original (texto completo gratuito).

Fonte: Younes B et al., Lasers in Medical Science, 2025 — Figura 4 (CC BY 4.0). Imagem reproduzida sob licença Creative Commons — ver o estudo original (texto completo gratuito).

Fonte: Luo Y et al., Frontiers in Medicine, 2023 — Figura 1 (CC BY). Imagem reproduzida sob licença Creative Commons — ver o estudo original (texto completo gratuito).

Fonte: Hempel C et al., JDDG, 2025 — Figura 2 (CC BY 4.0). Imagem reproduzida sob licença Creative Commons — ver o estudo original (texto completo gratuito).
Antes, durante e depois: a linha do tempo da recuperação do laser de CO2
Para entender as fotos, ajuda saber o caminho entre o “antes” e o “depois”. No rosto, a sequência típica do CO2 fracionado é esta:
- Dia do procedimento: anestésico tópico por 40–60 minutos; a sessão dura em torno de 15–40 minutos. Nas primeiras horas, sensação de queimadura de sol.
- Dias 1–3: vermelhidão e inchaço leve; forma-se um pontilhado de microcrostas. Higiene suave e cicatrizante conforme orientação médica.
- Dias 4–7: descamação fina; a maioria retoma o trabalho entre o 5º e o 7º dia. Maquiagem em geral é liberada por volta do 7º dia, conforme avaliação.
- Semanas 2–4: pele nova, por vezes rosada. Fotoproteção rigorosa — boa parte do “depois” bonito se decide aqui.
- 1 a 3 meses: remodelação do colágeno; o resultado melhora progressivamente. Não por acaso, os estudos fotografam o “depois” 1–3 meses após a última sessão.
- 3 a 6 meses: resultado consolidado; cicatrizes podem continuar melhorando até o 6º mês.
No vídeo acima, o Dr. Claudio Wulkan detalha os cuidados após o laser de CO2 fracionado no rosto. O passo a passo completo está no nosso guia de cuidados pós laser fracionado.
Os 3 aparelhos de laser de CO2 da Clínica Wulkan (e por que isso muda o seu “depois”)
A Clínica Wulkan mantém três aparelhos de laser de CO2 diferentes, modernos e complementares. Isso não é detalhe de vitrine: cada plataforma tem modos de emissão, densidades, profundidades e ponteiras próprios — e é essa variedade que permite tratar indicações muito diferentes com o equipamento certo, em vez de adaptar todos os casos ao único aparelho disponível.
- Cicatrizes profundas de acne pedem energia e profundidade maiores, em modo fracionado agressivo;
- Rejuvenescimento e manchas se beneficiam de varreduras superficiais e homogêneas, com recuperação mais curta;
- Pálpebras e regiões delicadas exigem ponteiras e modos de baixa agressividade, quase cirúrgicos na precisão;
- Lesões localizadas (queratoses, siringomas, rinofima) usam o modo dermatológico/cirúrgico do CO2.
O grupo do Dr. Wulkan domina múltiplas plataformas de CO2 do mercado — entre elas Neoxel e Hybrid (LMG) — e é justamente por conhecer as diferenças entre os aparelhos que consegue escolher, caso a caso, qual deles produz o melhor antes e depois para a sua pele, no seu fototipo e com o tempo de recuperação que a sua rotina permite.
Laser de CO2 combinado com outras tecnologias
Nos casos reais — e em boa parte dos estudos desta página — o CO2 raramente trabalha sozinho. O plano é montado por camadas do envelhecimento ou da cicatriz:
- Flacidez profunda: o ultrassom microfocado (aplicação de Ultraformer) trata a camada de sustentação que o CO2, agindo na superfície e na derme, não alcança;
- Firmeza da pele: a radiofrequência monopolar (aplicação de Volnewmer) complementa o CO2 no estímulo de colágeno em outra profundidade;
- Rugas dinâmicas (de expressão): toxina botulínica antes ou depois do laser — são problemas diferentes, com soluções diferentes;
- Qualidade da pele e viço: bioestimuladores de colágeno e o laser de thulium Lavieen complementam o CO2 em manchas e textura fina, com menos tempo de recuperação;
- Drug delivery: os microcanais abertos pelo CO2 fracionado aumentam a penetração de ativos aplicados na sequência — recurso usado em protocolos de cicatriz e de rejuvenescimento.
Qual combinação faz sentido — e em que ordem — é decisão de avaliação médica, não de cardápio. É isso que diferencia um “depois” natural de um resultado artificial.
Referência internacional em laser de CO2: onde médicos aprendem a tecnologia
O laser de CO2 acompanha o Dr. Claudio Wulkan desde o início da carreira, há quase 30 anos. Hoje, além de tratar pacientes, ele ensina a tecnologia a outros médicos — em cursos, treinamentos e congressos internacionais — e recebe pacientes do Brasil e do exterior que procuram São Paulo justamente para tratar a pele com CO2. É o tipo de bagagem que aparece no resultado: quem ensina o aparelho conhece seus limites, seus riscos e seus melhores parâmetros.
International patient? This page is also available in English: CO2 laser in São Paulo.
Riscos, contraindicações e como escolher onde fazer
O CO2 é o laser de maior potencial de transformação — e, exatamente por isso, o que menos perdoa erro de indicação ou de parâmetro. Os riscos principais são hiperpigmentação pós-inflamatória (especialmente em fototipos mais altos ou com sol precoce), infecção, reativação de herpes (por isso a profilaxia quando indicada) e, raramente, cicatriz.
Não é o momento de fazer laser de CO2: gestação, infecção ativa na área, bronzeado recente ou impossibilidade de evitar sol nas semanas seguintes. Uso recente de isotretinoína e histórico de queloide pedem avaliação individualizada. Em peles negras e morenas o CO2 pode ser possível com parâmetros conservadores — ou o médico pode indicar alternativas com menor risco pigmentar, como o Lavieen.
Na prática, o “antes e depois” que você viu nas fotos nasce de três decisões: indicação certa, aparelho e parâmetro certos, e cuidado pós-procedimento bem feito. As três dependem de quem conduz o tratamento — mais do que de qualquer propaganda.
Quanto custa o laser de CO2 (e por que a faixa é tão larga)
Uma sessão de laser de CO2 custa, no mercado, entre R$ 500 e R$ 15.000. A faixa é larga porque “laser de CO2” não é um procedimento só: é uma família de tratamentos que vai do mais leve ao mais profundo — e o preço acompanha a intensidade, o preparo e o acompanhamento que cada um exige.
- CO2 mais leve, aplicado “a frio” (cool laser): em torno de R$ 500 a R$ 800 por sessão. Trabalha textura, viço e poros com recuperação curta, e costuma ser feito em mais sessões.
- CO2 fracionado convencional — o mais comum, usado em cicatriz de acne, rejuvenescimento e manchas, como nas fotos desta página: em geral de R$ 1.800 a R$ 6.000 por sessão, conforme a área e a profundidade escolhidas.
- Resurfacing profundo, de intensidade comparável ao peeling de fenol, feito com preparo e acompanhamento de perto e normalmente em sessão única: pode chegar a R$ 15.000.
Dentro de cada faixa, o que move o valor é a máquina utilizada, o modo e a profundidade do disparo, a área tratada, o número de sessões previsto e a estrutura da clínica — por isso o mesmo nome de procedimento pode custar valores bem diferentes em dois lugares.
E há um fator que quase nunca aparece na tabela de preço: quem aplica. Um médico especialista costuma cobrar mais, e o que está embutido nesse valor é a decisão clínica — indicar (ou desaconselhar) o CO2 para o seu caso, escolher o aparelho e o parâmetro certos para o seu fototipo, e reconhecer cedo qualquer intercorrência. Nenhum procedimento é isento de risco, mas experiência e equipamento adequado reduzem a chance de complicação e de um resultado que não compensa o investimento. Em um tratamento cujo “depois” dura anos na sua pele, essa diferença pesa mais do que o valor da sessão.
Os valores acima são uma referência educativa de mercado, não uma tabela: o número exato do seu caso sai da avaliação, junto com o plano completo — indicação, aparelho, área e quantas sessões são realmente necessárias.
O que os estudos mais recentes mostram sobre o antes e depois do laser de CO2
O estudo que gerou as fotos 1 e 2 desta página é um dos maiores publicados recentemente sobre cicatriz de acne: 103 pacientes tratados com um protocolo que combina três modos diferentes do laser de CO2 ultrapulsado na mesma sessão, publicado no Journal of Clinical Medicine em 2023. Com uma média de 1,8 sessão por paciente, o escore ECCA — a escala usada para medir gravidade de cicatriz de acne — caiu de 162,7 para 93,1, uma melhora média de 42,8%. Hiperpigmentação transitória apareceu em apenas 2,9% dos casos, e nenhum paciente teve piora da cicatriz.
Dois pontos desse trabalho valem para quem está decidindo: primeiro, o número de sessões necessário foi menor do que se imagina — a maioria precisou de uma ou duas. Segundo, e mais importante, o ganho veio de variar os modos do laser dentro da mesma sessão, tratando cicatrizes profundas e superficiais com parâmetros diferentes. É a tradução técnica do que descrevemos acima: o resultado depende de escolher a ferramenta certa para cada tipo de cicatriz, e não de aplicar o mesmo ajuste em todo mundo. Leia o estudo completo no Journal of Clinical Medicine (2023).
Perguntas frequentes sobre laser de CO2 antes e depois
Quantas sessões de laser de CO2 preciso para ver um antes e depois como o das fotos?
Depende da indicação. Rejuvenescimento e melhora de textura costumam mostrar mudança visível já com 1 a 2 sessões. Cicatriz de acne, por ser um problema estrutural da derme, em geral pede de 2 a 4 sessões, com intervalo de 4 a 8 semanas entre elas para a pele se recuperar e o colágeno novo se organizar.
Nos estudos que geraram as fotos desta página, os protocolos variaram de 1 a 4 sessões — e o número usado está escrito na legenda de cada imagem, justamente para você comparar. Em um deles, com 103 pacientes, a média foi de 1,8 sessão por pessoa.
O número do seu caso depende da profundidade das cicatrizes, do seu fototipo, do aparelho escolhido e de quanto tempo de recuperação a sua rotina permite. Um plano com menos sessões e mais intensidade não é melhor nem pior: é uma troca entre resultado por sessão e dias de recuperação, e essa decisão se toma na avaliação.
Quanto tempo depois do laser de CO2 o resultado aparece?
A pele nova aparece entre 7 e 14 dias, quando a descamação termina. Mas esse ainda não é o resultado final: é só a superfície cicatrizada. O que você vê nesse momento costuma ser uma pele rosada e lisa, que ainda vai mudar bastante.
O resultado que aparece nas fotos de antes e depois é progressivo, porque depende da remodelação do colágeno — um processo que acontece principalmente entre 1 e 3 meses após a sessão. Não é à toa que os estudos fotografam o “depois” nesse intervalo, e não na semana seguinte.
Em cicatrizes, a melhora pode continuar até cerca de 6 meses depois da última sessão. Por isso a avaliação do resultado nunca é feita logo após a descamação: julgar cedo demais leva a repetir sessão sem necessidade.
O resultado do laser de CO2 é definitivo?
Em cicatrizes, a melhora tende a ser duradoura. O laser não “disfarça” a cicatriz: ele remodela a estrutura da pele naquele ponto, quebrando as traves de fibrose e estimulando colágeno novo. Uma vez que essa arquitetura muda, ela não volta ao que era.
No rejuvenescimento, a lógica é outra. O ganho obtido não se perde, mas o envelhecimento continua acontecendo depois — sol, expressão facial, perda de sustentação e o próprio tempo seguem agindo. O que o laser fez permanece; o que vem depois é vida nova de pele.
Na prática, isso significa que quem trata cicatriz raramente precisa repetir o tratamento anos depois, enquanto quem trata rejuvenescimento costuma fazer manutenção periódica, muitas vezes com tecnologias mais leves entre as sessões de CO2.
Laser Lavieen ou CO2: qual é o melhor?
Não existe melhor entre os dois: são ferramentas diferentes, que atuam em profundidades diferentes. O Lavieen é um laser de thulium, não ablativo, que trabalha a camada mais superficial — manchas, viço, poros, textura fina — com pouquíssimo tempo de recuperação e baixo risco de mancha.
O CO2 fracionado é ablativo: ele remove microcolunas de pele e alcança a derme. É mais transformador e é o que resolve o que o Lavieen não alcança — cicatriz deprimida, ruga estruturada, flacidez de pálpebra. Em troca, exige de 5 a 7 dias de recuperação e mais cuidado na indicação.
Em muitos planos de tratamento os dois convivem: o Lavieen prepara ou mantém, o CO2 faz a transformação. Em fototipos mais altos, o Lavieen às vezes é escolhido justamente por oferecer menor risco pigmentar. Qual entra primeiro, ou se entram juntos, é decisão de avaliação.
Laser de CO2 dói? Como é a recuperação?
Com anestésico tópico aplicado 40 a 60 minutos antes, o desconforto é bem controlado. A sensação típica durante a aplicação é de calor forte, com pontadas rápidas nas áreas mais sensíveis. Em tratamentos mais profundos ou extensos, o médico pode associar bloqueios anestésicos ou sedação leve.
Nas primeiras horas, a pele fica com sensação de queimadura de sol. Nos dias 1 a 3 há vermelhidão e um inchaço leve, com formação de um pontilhado de microcrostas. Entre o 4º e o 7º dia vem a descamação fina, e a maioria das pessoas retoma o trabalho nesse intervalo.
A partir da segunda semana a pele já está íntegra, ainda rosada, e a maquiagem costuma estar liberada. O que mais influencia essa fase não é o aparelho, e sim a disciplina com fotoproteção e hidratação — boa parte do resultado final se decide aí.
Pele negra ou bronzeada pode fazer laser de CO2?
Pele bronzeada deve esperar. O bronzeado aumenta a melanina disponível na epiderme e, com isso, o risco de hiperpigmentação após o laser. A orientação padrão é adiar a sessão e evitar exposição solar nas semanas anteriores e posteriores.
Em fototipos mais altos, o CO2 é possível em casos selecionados, com parâmetros conservadores, densidade menor e, quando indicado, preparo pigmentar antes do procedimento. O risco principal é a hiperpigmentação pós-inflamatória, que costuma ser transitória, mas exige acompanhamento e paciência.
Há também situações em que o mais sensato é escolher outra tecnologia, com menor risco pigmentar, e alcançar o objetivo por outro caminho. Essa é uma das decisões em que ter três aparelhos de CO2 diferentes e alternativas não ablativas na mesma clínica faz diferença concreta.
Quanto custa uma sessão de laser de CO2?
No mercado, a sessão de laser de CO2 vai de R$ 500 a R$ 15.000 — uma faixa larga porque o nome cobre tratamentos muito diferentes entre si. O CO2 mais leve, aplicado a frio, fica em torno de R$ 500 a R$ 800. O CO2 fracionado convencional, que é o das fotos desta página, costuma ficar entre R$ 1.800 e R$ 6.000. E o resurfacing profundo, de intensidade comparável ao peeling de fenol, pode chegar a R$ 15.000.
Dentro de cada faixa, o valor se move conforme a máquina utilizada, a profundidade e o modo do disparo, a área tratada e o número de sessões previsto. Por isso o mesmo nome de procedimento pode custar valores bem distantes em dois lugares — e comparar só pelo preço, sem saber qual dos três tratamentos está sendo oferecido, leva a decisões ruins.
Há ainda o fator que não aparece na tabela: quem aplica. Um médico especialista cobra mais, e o que está embutido nesse valor é a decisão clínica — indicar ou desaconselhar o CO2 no seu caso, ajustar o parâmetro ao seu fototipo e reconhecer cedo qualquer intercorrência. O número exato do seu caso sai da avaliação, junto do plano completo.
As fotos de antes e depois desta página são de pacientes da clínica?
Não, e isso é proposital. Todas as imagens vêm de artigos científicos de acesso aberto, publicados entre 2023 e 2025 em revistas médicas internacionais, com licença que permite a reprodução mediante crédito. Cada foto traz o nome dos autores, a revista, o ano e o link para o texto completo.
A vantagem desse caminho é a verificabilidade. Em vez de casos escolhidos a dedo, você vê resultados que passaram por avaliação de pesquisadores independentes, medidos com escalas clínicas reconhecidas, como o ECCA para cicatriz de acne. Você pode abrir o estudo e conferir o método, o número de pacientes e o que de fato foi medido.
Na consulta, o Dr. Claudio Wulkan avalia a sua pele e explica o que é realista esperar no seu caso — que é a única comparação que realmente importa, já que fototipo, tipo de cicatriz e histórico mudam completamente o ponto de partida.
Leia também
- Laser CO2 fracionado em São Paulo com dermatologista
- O que é laser de CO2 fracionado
- Cuidados pós laser fracionado de CO2
O Dr. Claudio Wulkan é especialista em laser de CO2 — e esta página de laser de CO2 antes e depois resume o método dele: mostrar evidência, não promessa. Dermatologista (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944), formado pela UNIFESP em 1997, membro do corpo clínico do Hospital Albert Einstein, quase 30 anos de experiência, mais de 20 tecnologias para a pele, professor de outros médicos e presença em congressos internacionais há décadas. Com três aparelhos de CO2 modernos e as principais tecnologias complementares nas duas unidades (Jardim Paulista e Osasco), a Clínica Wulkan é o lugar certo para transformar as fotos desta página em um plano seguro para a sua pele — começando por uma avaliação com o time.
Agendar minha avaliação de laser de CO2 antes e depois no WhatsApp
Nota: o Dr. Claudio Wulkan também ensina a tecnologia de CO2 a outros médicos — os cursos e a estrutura de equipamentos para profissionais ficam com a Just Laser (curso de laser CO2).
Referências científicas (fonte das fotos de antes e depois)
Todas as imagens desta página vêm de artigos de acesso aberto publicados entre 2023 e 2025, reproduzidas sob licença Creative Commons, com crédito aos autores originais:
- Pan Z, Tang Y, Hua H, Hou Z, Zhou B. “Multiple Mode Procedures” of Ultra-Pulse Fractional CO2 Laser: A Novel Treatment Modality of Facial Atrophic Acne Scars. Journal of Clinical Medicine. 2023. doi.org/10.3390/jcm12134388 (CC BY 4.0)
- Alegre-Sánchez A, Suárez-Valle A, Fernández-Nieto D, et al. Subdermal Laser-Assisted Scar Subcision (SLASS) Combined With Fractional CO2 Laser for Acne Scars. Journal of Cosmetic Dermatology. 2025. doi.org/10.1111/jocd.70219 (CC BY 4.0)
- Zhou C, Chen W, Zhang L, et al. Poly-L-Lactic Acid Combined With CO2 Fractional Laser for the Treatment of Acne Scars. Journal of Cosmetic Dermatology. 2025. doi.org/10.1111/jocd.70271 (CC BY 4.0)
- Piccolo D, Zingoni T, Fusco I, Madeddu F, Conforti C. A faster CO2 fractional scanner system mode for skin rejuvenation. A clinical study. Skin Research and Technology. 2024. doi.org/10.1111/srt.13843 (CC BY 4.0)
- Gu G, Ji L, Qiu X, Zhang J. A Retrospective Analysis of the Effectiveness of Fractional CO2 Laser Therapy in Treating Linear Scars. Journal of Cosmetic Dermatology. 2025. doi.org/10.1111/jocd.70019 (CC BY 4.0)
- Younes B, Mandour E, Hashish MS, Shoukr TG. The efficacy of fractional CO2 laser with or without triamcinolone acetonide or 5-fluorouracil in the treatment of early postburn hypertrophic scars. Lasers in Medical Science. 2025. doi.org/10.1007/s10103-024-04256-z (CC BY 4.0)
- Luo Y, Lin Y, Wang M, et al. Treatment of striae albae with 1,550 nm Er:Glass vs. CO2 fractional laser: A self-controlled study. Frontiers in Medicine. 2023. doi.org/10.3389/fmed.2022.1060815 (CC BY)
- Hempel C, Seitz AT, Schnabel V, et al. Combination of Rhinoshave and fractionally-ablative CO2 laser therapy for fine contouring in severe rhinophyma. Journal der Deutschen Dermatologischen Gesellschaft. 2025. doi.org/10.1111/ddg.15692_g (CC BY 4.0)
- Wu X, Cen Q, Jin J, et al. An Effective and Safe Laser Treatment Strategy of Fractional Carbon Dioxide Laser for Chinese Populations with Periorbital Wrinkles: A Randomized Split-Face Trial. Dermatology and Therapy. 2025. doi.org/10.1007/s13555-025-01404-3