Dermatologista da Clínica Wulkan avaliando paciente em consultório — Poiquilodermia de Civatte: Tratamento a Laser em São Paulo e Osasco

Algumas pessoas com mamas mais volumosas e que dormem de lado comprimindo a região do colo, trazem à região rugas verticais que acabam com o tempo se tornando linhas mais profundas. O excesso de sol nessa região que é muito mais comum em mulher que usa decote e camisas abertas do que no homem, traz em mulheres entre 40 e 55 anos o envelhecimento da região conhecido como poiquilodermia de civatte. A área fica com vasos dilatados, um vermelho de base, alteração de cor, um envelhecimento importante na qualidade e textura da pele.

A poiquilodermia de Civatte (também escrita poikilodermia) é uma alteração crônica e benigna da pele do pescoço, do colo e das laterais do rosto, causada pelo sol acumulado ao longo de décadas: vermelhidão em rede, vasinhos dilatados e manchas acastanhadas, com a pele mais fina e áspera. Na Clínica Wulkan, em São Paulo e Osasco, o tratamento combina o laser Red Touch Pro, luz intensa pulsada e laser vascular, definidos em avaliação com dermatologista.

Revisado por Dr. Claudio Wulkan — dermatologista, CRM-SP 90.579 · RQE 39944. Formado em 1997 pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), com quase 30 anos de experiência em dermatologia e mais de 20 tecnologias no tratamento da pele. Última revisão: setembro de 2026.

Assista: o Red Touch Pro, laser usado na poiquilodermia de Civatte, apresentado pelo Dr. Claudio Wulkan

No vídeo, gravado num congresso de medicina estética, o Dr. Claudio Wulkan conversa com o representante da DEKA sobre o Red Touch Pro — o laser de 675 nm que a Clínica Wulkan utiliza, entre outras indicações, na poiquilodermia de Civatte. O vídeo fala do estímulo ao colágeno; o uso na poiquilodermia está explicado nas seções abaixo.

Sumário: o que você vai encontrar aqui sobre poiquilodermia de Civatte

O Dr. Claudio Wulkan é especialista no tratamento da poiquilodermia de Civatte — dermatologista (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944), formado pela UNIFESP em 1997, membro do corpo clínico do Hospital Albert Einstein, professor de laser em dermatologia (online e presencial) e autor de trabalhos e cursos médicos de laser, com quase 30 anos de experiência, mais de 20 tecnologias para a pele e participação em congressos internacionais há décadas. A poiquilodermia mistura três problemas na mesma pele — vaso dilatado, mancha e atrofia — e por isso exige um médico que tenha, na própria clínica, o aparelho certo para cada um deles. É esse conjunto, com a Clínica Wulkan fundada em 1985 e duas unidades (Jardim Paulista e Osasco), que permite tratar o colo e o pescoço com segurança.

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O que é poiquilodermia de Civatte (ou poikilodermia)

“Poiquilodermia” é um termo descritivo: a pele que apresenta, ao mesmo tempo, vermelhidão com vasos dilatados (telangiectasias), manchas escuras e claras (hiper e hipopigmentação) e afinamento (atrofia). Quando esse padrão aparece no pescoço, no colo e nas laterais das bochechas por causa do sol crônico, recebe o nome do dermatologista francês Achille Civatte, que o descreveu em 1923. A grafia poikilodermia, com “k”, é a mesma condição — vem do inglês poikiloderma e aparece muito nas buscas.

O sinal mais característico é o respeito à área sombreada sob o queixo: a pele que fica protegida do sol pela mandíbula continua normal, enquanto o pescoço e o colo expostos ficam avermelhados e manchados. Essa “moldura” clara embaixo do queixo é quase uma assinatura da poiquilodermia de Civatte e ajuda o médico a diferenciá-la de outras doenças.

É uma condição benigna e muito comum, sobretudo em mulheres de pele clara a partir dos 40 anos. Não é contagiosa, não vira câncer e não indica doença interna — mas é crônica, progride com cada verão sem proteção e incomoda bastante quem gosta de usar decote.

Por que aparece: sol, perfume, hormônios e a posição de dormir

A causa principal é a radiação ultravioleta acumulada ao longo de décadas. O sol danifica as fibras de colágeno e elastina, afina a pele e provoca a proliferação de pequenos vasos; com o tempo, hemácias escapam desses vasos e depositam ferro (hemossiderina) e melanina na pele — daí a mistura de vermelho e marrom. Como explicamos no primeiro parágrafo desta página, colo e pescoço recebem sol todos os dias em quem usa decote e camisas abertas, mesmo sem ir à praia.

Há fatores que aceleram o processo: perfumes e cosméticos com substâncias fotossensibilizantes aplicados no pescoço e no colo (um hábito muito comum), predisposição genética, pele clara (fototipos I a III) e as alterações hormonais da perimenopausa, que explicam por que a condição é mais frequente em mulheres entre 40 e 60 anos.

A posição de dormir, citada no início desta página, contribui para as rugas verticais do colo: dormir de lado comprime a região entre as mamas e, com os anos, as dobras viram linhas fixas. Elas não são a poiquilodermia em si, mas costumam aparecer juntas e são tratadas no mesmo plano.

Poiquilodermia é rosácea? A diferença que muda o tratamento

Não — embora as duas tenham vermelhidão e vasinhos, são condições diferentes. A rosácea é uma doença inflamatória crônica que atinge o centro do rosto (bochechas, nariz, testa e queixo), com crises de rubor, ardor e, em alguns tipos, lesões parecidas com acne. A poiquilodermia de Civatte é dano solar acumulado, sem inflamação ativa, que atinge o pescoço e o colo e poupa o centro da face.

Na prática, as duas podem coexistir na mesma pessoa, e muitos dos aparelhos são os mesmos — luz intensa pulsada, laser vascular e o Red Touch Pro. Mas a rosácea exige controle contínuo dos gatilhos e, com frequência, medicação tópica ou oral, enquanto a poiquilodermia é tratada com energia (laser e luz) e fotoproteção rigorosa. Quem tem vermelhidão no centro do rosto pode ler mais em rosácea telangiectásica.

Já os vasinhos isolados das bochechas e do nariz, sem rosácea e sem poiquilodermia, têm uma página própria: veja o tratamento de vasos no rosto.

Como o dermatologista faz o diagnóstico

O diagnóstico é clínico: a distribuição no pescoço e no colo, a área poupada sob o queixo e a combinação de vermelho, marrom e atrofia são típicas. A dermatoscopia — o exame com lente de aumento que o dermatologista usa nas pintas — ajuda a confirmar: mostra um padrão reticulado de vasos, com vasos lineares e curvos convergentes, pontos brancos e máculas acastanhadas, conforme descrito em um estudo grego de 2023 com 28 pacientes (link na seção de artigos científicos).

Esse cuidado importa porque existem poiquilodermias de prognóstico reservado — associadas a doenças autoimunes, a linfomas cutâneos ou a síndromes genéticas — que se parecem com a de Civatte a olho nu. Vermelhidão no colo que coça, que surgiu rápido ou que vem com outros sintomas merece consulta antes de qualquer laser. Em caso de dúvida, o dermatologista pode pedir biópsia.

Como tratamos a poiquilodermia de Civatte na Clínica Wulkan

Como a poiquilodermia tem três componentes, o tratamento raramente é um aparelho só. Na Clínica Wulkan, o plano é montado na avaliação e combina, conforme o predomínio de vaso, mancha ou atrofia em cada pessoa:

Red Touch Pro (laser de 675 nm)

Laser italiano da DEKA, premiado como melhor laser no AMWC 2025, em Mônaco (categoria de tecnologias baseadas em energia, segundo o fabricante — link na seção de artigos científicos). O comprimento de onda de 675 nm é absorvido diretamente pelo colágeno e também pela melanina, e o disparo fracionado poupa a superfície da pele. É a tecnologia que a clínica usa para trabalhar, na mesma sessão, a textura, a atrofia e as manchas da poiquilodermia. O fabricante descreve ação em três níveis — rugas, discromia e componente vascular. Some-se a isso a experiência prática: são dezenas de relatos de colegas médicos, no Brasil e no exterior, que apontam o Red Touch como a melhor opção que encontraram para a poiquilodermia, e foi um dos motivos pelos quais adquirimos o aparelho — nos congressos internacionais dos últimos anos, era a máquina de que mais se falava.

Luz intensa pulsada (LIP / IPL)

É a tecnologia com mais tempo de uso na poiquilodermia de Civatte, justamente porque trata o vermelho e o marrom ao mesmo tempo: a luz é absorvida pela hemoglobina dos vasos e pela melanina das manchas. Na Clínica Wulkan usamos a ponteira IPL-Sq da plataforma Etherea MX. Saiba mais na página de luz intensa pulsada.

Laser vascular (Nd:YAG 1064 de pulso longo)

Quando os vasos são mais calibrosos ou a vermelhidão resiste à luz pulsada, entra o laser vascular Nd:YAG 1064 nm de pulso longo, o mesmo usado nos vasos do rosto e das pernas. A literatura recente com lasers vasculares no colo (estudo de 2025 com 532 nm, na seção de artigos) confirma que o componente vascular da poiquilodermia responde muito bem a esse tipo de energia.

Laser fracionado não ablativo (Lavieen 1927 nm)

Para a pele fina, áspera e manchada do colo, o Lavieen, laser de túlio 1927 nm, renova a camada superficial com pouco tempo de recuperação e complementa o Red Touch no trabalho de textura. Fracionados mais agressivos, como o CO2, são evitados no pescoço e no colo, onde a pele cicatriza pior do que no rosto.

O que não funciona sozinho: cremes clareadores, ácidos e antioxidantes ajudam a manter o resultado e a controlar a mancha, mas não fecham vaso nem devolvem colágeno. Quem procura “creme para poiquilodermia” precisa saber disso antes de gastar: o creme é coadjuvante, e o protetor solar é obrigatório — sem ele, qualquer tratamento volta atrás.

Como é a sessão, quantas são e os cuidados depois

A sessão dura de 20 a 40 minutos, conforme a área (pescoço, colo ou ambos) e os aparelhos combinados. A sensação é de calor com pequenos toques de elástico; o resfriamento integrado do aparelho e, quando necessário, creme anestésico deixam o procedimento bem tolerado. Não há curativo nem afastamento do trabalho.

O protocolo típico é de 3 a 4 sessões, com intervalo de 4 semanas, e a melhora é progressiva: os vasos e o vermelho respondem primeiro; a textura e a pigmentação vão melhorando ao longo dos meses seguintes, à medida que o colágeno se reorganiza. O número exato depende da extensão e do predomínio de cada componente — e é definido na avaliação, não por catálogo.

Depois de cada sessão: vermelhidão e leve inchaço por 1 a 3 dias, às vezes pequenas casquinhas nas manchas tratadas, que caem sozinhas. Protetor solar de amplo espectro todos os dias, sem exceção; nada de sol direto no colo nas duas semanas seguintes; e suspender perfume na região. A poiquilodermia é crônica: sessões de manutenção anuais são comuns, e a fotoproteção é o que sustenta o resultado.

Quanto custa o tratamento de poiquilodermia de Civatte

Na Clínica Wulkan, cada sessão de laser ou luz para poiquilodermia de Civatte fica, em geral, entre R$ 650 e R$ 2.000. O que move o valor: o aparelho ou a combinação de aparelhos usada na sessão (Red Touch Pro, luz intensa pulsada, laser vascular, Lavieen), a área tratada (só pescoço, só colo ou os dois) e o número de disparos necessários. O valor exato é definido na avaliação, depois do diagnóstico.

Os programas de tratamento. A rosácea quase nunca se resolve com uma tecnologia só, e é por isso que trabalhamos com programas de tratamento: um plano que combina os lasers e as tecnologias certas para o seu tipo de rosácea, com o número de sessões já definido. Os programas ficam, em geral, entre R$ 1.200 e R$ 8.000, conforme os lasers usados, quantas sessões o caso pede e quais tecnologias entram na combinação. O valor exato do seu programa sai da avaliação, junto com o diagnóstico.

Vale comparar com cuidado: uma sessão “barata” feita com um único aparelho de baixa potência costuma tratar só um dos três componentes — e o resultado parcial acaba saindo mais caro. O plano completo, com o aparelho certo para cada componente, tende a precisar de menos sessões.

Artigos científicos recentes sobre poiquilodermia de Civatte

Diagnóstico por dermatoscopia (2023). Katoulis e colaboradores, da Universidade de Atenas, avaliaram 28 pacientes com poiquilodermia de Civatte e descreveram um padrão dermatoscópico característico — reticulado em 53,6% dos casos, vasos curvos convergentes em 64,3%, vasos lineares irregulares em 60,7% e máculas brancas em 82,1% — útil para diferenciar a condição de outras poiquilodermias de prognóstico reservado. Publicado em Dermatology Practice & Conceptual: Diagnosis and Differential Diagnosis of Poikiloderma of Civatte: A Dermoscopy Cohort Study (PMC9946050).

Laser vascular no colo (2025). Bernstein e colaboradores trataram 20 pacientes com vermelhidão do pescoço e do colo usando um laser vascular de 532 nm de pulso longo, em 4 sessões mensais: melhora média de 74,1% no pescoço e 68,4% no colo dois meses após a última sessão, com efeitos colaterais mínimos (vermelhidão, inchaço e púrpura passageiros). O estudo reforça que o componente vascular da poiquilodermia responde muito bem a lasers vasculares. Publicado em Lasers in Surgery and Medicine: Safety and Effectiveness of a New 532 nm Long Pulse-Duration Laser for Treatment of Poikiloderma of Civatte (PubMed 39789753).

Laser de 675 nm (Red Touch) no fotoenvelhecimento (2023). Piccolo e colaboradores, na Itália, trataram 35 pacientes com fotoenvelhecimento facial com o laser de 675 nm: melhora significativa das rugas pela escala de Fitzpatrick modificada aos 6 meses, dor média de 1,17 em 10 e, num subgrupo, melhora vascular moderada em 44% e marcada em 13% dos pacientes, sem efeitos adversos além de vermelhidão leve em dois casos. Publicado em Medicina (Kaunas): New 675 nm Laser Device: The Innovative and Effective Non-Ablative Resurfacing Technique (PMC10386306).

Prêmio AMWC 2025. O reconhecimento do Red Touch Pro como melhor laser no AMWC 2025, em Monte-Carlo, está na nota oficial do grupo fabricante: RedTouch PRO awarded Best Laser (El.En. Group).

Combinar tecnologias sempre entrega um resultado melhor. A rosácea tem três componentes ao mesmo tempo — vermelhidão de fundo, vasos visíveis e qualidade da pele — e cada um responde a um alvo diferente. Quando as tecnologias são associadas, o aspecto do rosto sempre melhora mais do que com uma só. É o que a nossa prática mostra e o que o consenso internacional sobre lasers na rosácea organizou: a combinação supera a monoterapia.

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Perguntas frequentes: poiquilodermia de Civatte

Poiquilodermia de Civatte tem cura?

Não existe cura definitiva, porque a causa — o dano solar acumulado — não pode ser desfeita por completo, e a pele continua exposta ao sol depois do tratamento. O que existe é controle muito bom: os vasos e o vermelho podem ser fechados com luz pulsada e laser vascular, as manchas clareadas e a textura melhorada com o Red Touch Pro e o Lavieen.

A manutenção depende de dois fatores: fotoproteção diária do colo e do pescoço e sessões de reforço, em geral anuais. Quem protege bem a pele mantém o resultado por muito mais tempo; quem volta a tomar sol sem proteção vê os vasos e as manchas voltarem.

Como tratar poiquilodermia de Civatte? Qual o melhor laser?

Não há um único “melhor laser”, porque a poiquilodermia tem três componentes. O que a literatura e a prática mostram é que os lasers e luzes vasculares (luz intensa pulsada, Nd:YAG 1064, 532 nm) são os mais eficazes para o vermelho e os vasinhos; o Red Touch Pro (675 nm) e os fracionados não ablativos trabalham colágeno, textura e manchas.

Na Clínica Wulkan, a resposta a “qual o melhor” sai da avaliação: se o predomínio é vascular, a luz pulsada e o laser vascular lideram; se é de textura e mancha, o Red Touch Pro entra em primeiro plano. Na maioria das pessoas o plano combina dois aparelhos, em 3 a 4 sessões.

Existe creme para poiquilodermia?

Existem cremes que ajudam — clareadores para o componente de mancha, antioxidantes e retinoides suaves para a textura — mas nenhum creme fecha vaso dilatado nem repõe a espessura da pele. Por isso “creme para poiquilodermia” funciona como coadjuvante e manutenção, não como tratamento principal.

O produto mais importante, na verdade, é o protetor solar de amplo espectro aplicado todos os dias no pescoço e no colo, reaplicado quando há exposição. Sem ele, tanto o creme quanto o laser perdem o efeito com o tempo.

Poiquilodermia de Civatte é rosácea?

Não. A rosácea é uma doença inflamatória do centro do rosto, com crises de rubor e, às vezes, lesões parecidas com acne; a poiquilodermia de Civatte é dano solar crônico do pescoço, do colo e das laterais da face, sem inflamação ativa. Uma pista simples: a poiquilodermia poupa a área sob o queixo, que fica na sombra.

As duas podem aparecer na mesma pessoa e compartilham aparelhos de tratamento, mas o manejo é diferente — a rosácea pede controle de gatilhos e, muitas vezes, medicação; a poiquilodermia pede energia (laser e luz) e fotoproteção. O diagnóstico correto define o caminho.

Vocês mostram fotos de antes e depois?

Na consulta, sim: o Dr. Claudio Wulkan mostra casos tratados na própria clínica, com autorização das pacientes, para que você veja o tipo de resultado esperado no seu padrão de poiquilodermia. No site não publicamos galerias de antes e depois, seguindo as normas do Conselho Federal de Medicina para publicidade médica.

Vale lembrar que o resultado varia de pessoa para pessoa: extensão, tempo de evolução, fototipo e disciplina com o protetor solar mudam a resposta. Por isso a avaliação vem antes de qualquer promessa.

Quais são as causas e os sintomas da poiquilodermia de Civatte?

A causa principal é o sol acumulado ao longo da vida sobre uma pele predisposta (clara, feminina, na perimenopausa), com o empurrão de perfumes fotossensibilizantes aplicados no pescoço. Os sinais são vermelhidão em rede, vasinhos, manchas marrons e claras e pele fina e áspera no pescoço, no colo e nas laterais do rosto, poupando a área sob o queixo.

Sintomas como coceira ou ardor são incomuns e leves; quando estão presentes de forma intensa, ou quando o quadro surgiu rapidamente, o dermatologista investiga outras causas de poiquilodermia, que podem exigir exames ou biópsia.

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Se o vermelho e as manchas no colo e no pescoço incomodam você, agende uma avaliação para poiquilodermia de Civatte com o time do Dr. Claudio Wulkan, especialista no tratamento da poiquilodermia de Civatte (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944 · UNIFESP · Hospital Albert Einstein · professor de laser em dermatologia · quase 30 anos de experiência e mais de 20 tecnologias). Na consulta, o diagnóstico vem primeiro — inclusive para afastar outras poiquilodermias — e o plano combina Red Touch Pro, luz intensa pulsada, laser vascular e Lavieen conforme o seu caso, com segurança e acompanhamento médico, numa clínica fundada em 1985. Atendemos em São Paulo (Jardim Paulista) e Osasco.

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Para o comparativo detalhado entre as tecnologias — luz pulsada, laser vascular, Red Touch Pro e fracionado — veja melhor laser para poiquilodermia.

A mesma equipe trata a rosácea, que costuma acompanhar o quadro no rosto — veja especialista em rosácea.

Para conhecer o aparelho em detalhe, com as indicações e os estudos publicados, veja laser Red Touch.

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