Não existe um melhor laser para melasma que sirva para todo mundo. A meta-análise mais recente, de 2026, com 52 estudos, mostrou que laser em geral não supera o controle — com uma exceção clara: o Q-switched Nd:YAG 1064 nm de baixa fluência, o único que teve redução estatisticamente significativa. O aparelho certo depende do seu subtipo e do seu fototipo.

Conteúdo revisado por Dr. Claudio Wulkan — dermatologista, CRM-SP 90.579 · RQE 39.944. Atualizado em setembro de 2026.

Dermatologista da Clínica Wulkan avaliando paciente em consultório — Qual o melhor laser para melasma ?

Sumário: o que você vai encontrar aqui sobre o melhor laser para melasma

O Dr. Claudio Wulkan é especialista em laser para melasma e conduz há mais de 15 anos o ambulatório dedicado ao tema na Clínica Wulkan. Dermatologista formado pela UNIFESP (1997), CRM-SP 90.579 e RQE 39.944, integra o corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, soma cerca de 30 anos de consultório, trabalha com mais de 20 tecnologias diferentes, ensina outros médicos e apresenta trabalhos em congressos internacionais há décadas. Ter várias plataformas na mesma clínica é o que permite escolher o melhor laser para melasma do seu caso — e não o único que existe na sala.

Descubra qual é o melhor laser para o seu melasma

melhor laser para tratamento do melasma

Qual o melhor laser para melasma ?

Qual o melhor laser para melasma, qual melhor laser para fazer aluguel para tratar o melasma? 

Pergunta difícil…

Os lasers Q switched 1064  de nanosegundos?

Acroma, Elektra, Spectra, Revlite ?

Os lasers Q switched 1064  de picosegundos?

A luz pulsada, o Erbium ?  Bom , esses sabemos que podem piorar o melasma.

E o famoso Etherea MX, combinação das ponteiras de 1064 + 1340nm  parece ser uma excelente opção …

Associado a peelings médicos específicos para melasma, intercalados com dermaroller. Afinal, parece que 2022 será uma combinação que  poderiamos classificar como melhor tratamento para o melasma.

No entanto, tratar melasma é sempre complicado, tricky, e involve medicamentos orais, foto proteção e cremes despigmentantes adatados para sua pele e para profundidade do seu melasma

Ultrassom microfocado para tratamento de melasma

E quem diria,  agora entendemos que há perda de colágeno na derme, e isso piora o melasma.

Estimular colágeno com : aplicação de Ultraformer e Bioestimuladores, tem dado forte impulso na melhora do melasma

Mas agora temos uma novidade forte em 2022, que tem batido todos os concorrentes, e deve se fixar como o melhor laser  para tratamento do melasma.

O laser de TÚLIO , 1927nm, conhecido no Brasil pelo apelido de BB Laser, ou Lavieen.

 

Da uma olhada abaixo em um dos lasers que tem se consagrado como o queridinho dos dermatologistas e provavelmente o melhor laser para melasma da atualidade..

 

A MODERNIZAÇÃO NO TRATAMENTO DE MELASMA:
LASER DE TULIO 1927 E ULTRASSOM MICROFOCADO DE ALTA INTENSIDADE

Pois é, parece que essa combinação é uma bomba no tratamento do melasma !!! 

O Melasma é caracterizado por manchas escuras e contornos irregulares na pele, apesar das mulheres estarem mais propicias ao surgimento do melasma, os homens também podem sofrer com essas manchas.
Mesmo que a sua aparição seja mais comum nas faces, o melasma também pode surgir nos braços, colo e pescoço.

A causas para a manifestação do Melasmas ainda não é exata, mas alguns fatores podem piorar ou acarretar os surgimentos das manchas, como exposição solar, alterações hormonais e estresse. E por conta disso a alteração de alguns hábitos pode ser necessária, e o uso contínuo da proteção solar é indispensável.aluguel laser para melasma

Sem causa específica, o Melasma é uma condição crônica da pele que tem ainda não possui tratamento definitivo ou cura, e por isso precisam de tratamento contínuo e cuidados constantes, para a melhora do aspecto das manchas já existentes e prevenir o surgimento de novas.

A boa notícia é que já existem aparelhos eficientes para potencializar o tratamento do Melasma e outras lesões pigmentares.

 

 

 

Entre as modernidades e destaques do mercado encontramos, o Laser de Tulio 1927 (Lavieen) e o ULTRASSOM MICROFOCADO de alta intensidade (Ultraformer, Ulthera, Liftera, Accutyte)

Como Laser de Tulio 1927 e ULTRASSOM MICROFOCADO de alta intensidade atuam contra o Melasma?

A combinação da tecnologia do Laser de Tulio 1927 (Lavieen) e do o Ultrassom Microfocado de alta intensidade (Ultraformer, Ulthera, Liftera, Accutyte) é o que tem de mais moderno e poderoso para o tratamento do Melasma, a dupla queridinha para incluir no seu protocolo de tratamento.

O Laser de Tulio 1927 (Lavieen) vai atuar no tratamento da derme superficial e epiderme em diferentes graus de pigmentação, podendo calibrar a função de não-ablativo para sub-ablativo em um simples toque. Equipamento versátil e indicado para todos os tipos e foto tipos de pele, o Laser de Tulio 1927 (Lavieen) pode ser utilizado para aplicação na face, colo, mãos e braços, e seus protocolos e eficácia para o tratamento contra melasma já foram comprovados, atuando ainda na melhora da textura da pele, linhas finas, poros dilatados, firmeza, e muitos outros benefícios.

O laser Lavieen é uma tecnologia revolucionária que chegou ao Brasil há pouco tempo. … Esse laser também chamado de BB Laser, pois o resultado é similar àquele quando aplicamos BB Cream na pele, mas, diferente da maquiagem, permanece por um longo período.

Além de atuar no estímulo da produção e remodelação de colágeno, de acordo com um estudo realizado em 2019 por Vachiramon e colaboradores, o Ultrassom Microfocado de alta intensidade (Ultraformer, Ulthera, Liftera, Accutyte) possui uma ação destrutiva mecânica na eliminação da melanina e resíduos pigmentares da epiderme e da derme superior, sendo um auxiliar ao tratamento do melasma.

Quando falamos de Melasma e seus tratamentos, não podemos generalizar ou atenuar os impactos que essas manchas causam na vida das pessoas. Afinal de contas, o grau de Melasma e intensidade varia de caso para caso, o histórico e hábitos de cada paciente também vão influenciar no tratamento.

Por isso é de extrema importância a avaliação e acompanhamento com um profissional dermatologista.

Veja mais sobre  o melhor tratamento do seu melasma no link abaixo

#Melasma #UltrassomMicroeMacrofocado #LaserDeTulio

Obs: *imagem meramente ilustrativa
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Não fornecemos sugestão, indicação ou recomendações de determinado tratamento, marca ou aparelho na indústria médica ou estética.

OBSERVAÇÃO: Os nomes comerciais que podem aparecem (como Ulthera, Ultraformer, Accutyte ou outros eventualmente empregados) tem caráter meramente informativo e esclarecedor. De forma alguma há qualquer sugestão de superioridade, indicação de marca, ou menção com objetivo de indicar um como melhor que o outro. Cabe ao seu médico indicar o tratamento e o aparelho que ele sugerir como ideal no seu caso. Temos aqui o objetivo de explicar os procedimentos, apontando o nome comercial somente para situar o leitor ou paciente para saber as marcas existentes no Brasil e no mundo. Para entender o procedimento.

Pois muitos tratamentos são, infelizmente, somente conhecidos pelo nome da marca ou aparelho. E não pelo tratamento em si, como no caso de “aplicação de Botox”, onde o nome correto seria “aplicação de toxina botulínica”.

 

A resposta curta: existe um laser com evidência, não um laser melhor

Quem procura o melhor laser para melasma quase sempre espera um nome de aparelho. A resposta honesta é outra: o que a literatura sustenta é uma categoria — o Q-switched Nd:YAG de 1064 nm usado em baixa fluência, aplicado em várias sessões, no protocolo conhecido como laser toning. Dentro dessa categoria entram vários equipamentos, e é por isso que a marca importa menos do que o parâmetro e a mão que regula.

O segundo fator é o subtipo do seu melasma. Pigmento epidérmico, dérmico e misto não respondem igual, e a profundidade só se estima em consulta, com lâmpada de Wood e dermatoscopia. O terceiro é o fototipo: quanto mais pigmentada a pele, menor a margem de erro, porque o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória sobe.

Por isso a pergunta útil não é “qual laser é o melhor”, e sim “qual laser é o certo para este melasma, nesta pele, neste momento do tratamento”. Quem trata com um aparelho só responde sempre a mesma coisa.

Os lasers para melasma, aparelho por aparelho

A Clínica Wulkan mantém plataformas diferentes justamente porque melasma não se trata com um equipamento só. Abaixo, o que cada um faz e quando costuma ser escolhido. Repare que quase todos os que têm evidência em melasma pertencem à mesma família: Q-switched de baixa fluência.

Aparelho O que é Quando costuma ser escolhido
Fotona plataforma de Nd:YAG Q-switched, 1064 nm, de pulso ultracurto protocolos de toning em fototipos mais altos e pigmento mais profundo
Spectra Q-switched Nd:YAG — o aparelho com mais estudo publicado em melasma quando se quer o protocolo com a literatura mais consolidada
ACROMA laser Q-switched voltado ao pigmento clareamento progressivo e pigmento residual, em sessões seriadas
Elektra laser Q-switched voltado ao pigmento toning com energia baixa e maior número de sessões
Q-Switch da plataforma Etherea módulo Q-switched dentro de uma plataforma multiaplicação quando o plano é empilhar mais de uma tecnologia na mesma sessão
Red Touch (675 nm) comprimento de onda com absorção seletiva e pouco calor residual melasma com componente inflamatório ou vascular associado
Lavieen / túlio 1927 nm laser não ablativo superficial, muito usado como “BB laser” camada mais superficial do pigmento e uniformização da pele
Lasers de CO2 (vários aparelhos) ablativos fracionados; inclui a modalidade de pulso menor que 100 µs casos selecionados e entrega de ativos na pele — nunca como primeira escolha

Uma observação necessária sobre ficha técnica: não publicamos aqui fabricante e comprimento de onda de cada plataforma sem confirmação. Número técnico errado em página médica confunde mais do que ajuda — na consulta, o aparelho e o parâmetro escolhidos são explicados caso a caso.

O CO2 “a frio”, de pulso menor que 100 microssegundos

Durante anos o laser de CO2 foi tratado como quase proibido no melasma — e a fama era merecida. O CO2 convencional deposita muito calor residual, e calor, no melasma, costuma cobrar caro: hiperpigmentação pós-inflamatória, a mancha voltando pior do que estava.

O que mudou foi a duração do pulso. Com pulsos menores que 100 microssegundos — o chamado CO2 “a frio” — a energia entra e sai antes de o calor se espalhar pelo tecido vizinho. O dano térmico residual cai muito, e a via ablativa volta a ser discutível em casos selecionados, inclusive como forma de facilitar a entrada de ativos na pele. A clínica dispõe de vários aparelhos de laser de CO2, o que permite ajustar máquina e parâmetro à pele de cada paciente.

Ainda assim, vale repetir o que a evidência mostra: no melasma, o CO2 não é primeira escolha. É recurso adicional, para caso específico, na mão de quem sabe a hora de não usar.

Os lasers e luzes que podem PIORAR o melasma

Esta é a parte que raramente aparece em anúncio, e é a mais importante. Nem toda tecnologia de luz serve para melasma — algumas pioram de forma previsível:

  • Luz intensa pulsada (IPL) usada sem critério: entrega calor amplo e é uma das causas mais comuns de rebote em melasma.
  • Erbium e outros ablativos em energia alta: a agressão gera inflamação, e inflamação, em pele com melasma, gera pigmento.
  • Qualquer laser em fluência alta, mesmo os da família certa. O que protege não é a marca: é a energia baixa, o intervalo respeitado e o número maior de sessões.
  • Sessões muito próximas, sem deixar a pele se recuperar entre uma e outra.

É por isso que, no melasma, a escolha do aparelho é ato médico. O mesmo equipamento pode clarear ou escurecer conforme o parâmetro. Entenda o raciocínio completo em especialista em melasma em São Paulo.

Artigos científicos recentes sobre o melhor laser para melasma

Uma revisão sistemática com meta-análise publicada em 2026 na Cureus reuniu 52 estudos e 1.058 participantes para comparar as terapias a laser no melasma. O resultado geral surpreende quem espera milagre de aparelho: considerando todos os lasers juntos, a melhora do índice de gravidade do melasma (MASI) não foi estatisticamente significativa em relação ao controle.

A análise por subgrupo é que traz a informação útil. O Q-switched Nd:YAG de 1064 nm em baixa fluência foi o único que mostrou redução estatisticamente significativa da gravidade do melasma. Lasers de picossegundo e lasers fracionados, nesse conjunto de estudos, não superaram o controle de forma significativa. É exatamente por isso que os protocolos da clínica se apoiam na família Q-switched de baixa fluência, com sessões seriadas, e tratam as demais tecnologias como complemento — não como base. O estudo completo está em Efficacy and Safety of Laser-Based Therapies for Melasma: A Systematic Review and Meta-Analysis (2026).

Laser sozinho não resolve: orais, tópicos e combinação

Nenhum laser trata melasma sozinho, e essa é a leitura correta da meta-análise acima. O que sustenta o resultado é o conjunto: fotoproteção que cubra a luz visível (filtro com cor ou óxido de ferro), clareadores tópicos, medicamento oral quando indicado e procedimentos com energia conservadora.

Pelo lado oral, o ácido tranexâmico é o recurso sistêmico com mais evidência publicada em melasma. É medicamento com contraindicações reais — histórico pessoal ou familiar de trombose e uso de anticoncepcional pesam na decisão — e só se usa com prescrição e acompanhamento médico. Pelo lado tópico, entram hidroquinona em fórmula médica, ácido tranexâmico tópico, ácido azelaico, vitamina C, retinoides e ativos mais novos como thiamidol e cisteamina, este com resultado moderado. O detalhamento técnico está na análise do ácido tranexâmico no melasma.

Na prática o protocolo cicla entre recursos em vez de repetir sempre o mesmo estímulo — luz, peeling, microagulhamento e base tópica se alternam, com intervalos respeitados. E combina-se também a expectativa: veja melasma tem cura? antes de começar.

Como saber se o laser está funcionando (e quando parar)

Melasma engana os olhos. A mancha muda de aparência com a luz do ambiente, com a estação e até com o horário do dia, e é comum o paciente achar que piorou numa semana e melhorou na outra sem nada ter mudado. Por isso o acompanhamento não se faz por impressão: faz-se por fotografia padronizada, sempre na mesma luz e no mesmo enquadramento, comparando meses — não dias.

Os sinais de que o protocolo está no caminho certo costumam ser discretos e cumulativos: o contorno da mancha fica menos definido, a diferença de cor em relação à pele ao redor diminui e a pele responde menos ao sol de fim de semana. Não é o clareamento súbito que se vê em anúncio — e, quando ele aparece, geralmente veio de energia alta demais, o que costuma cobrar a conta algumas semanas depois.

Os sinais de alerta são o oposto: vermelhidão que não passa em poucas horas, mancha que escurece depois da sessão, sensação de queimação além do esperado. Qualquer um deles indica reduzir energia, aumentar o intervalo ou suspender o laser e trabalhar só com base tópica e fotoproteção por um período. Saber recuar faz parte do tratamento.

E há o momento de parar a fase ativa: quando o pigmento estabiliza e o ganho entre uma sessão e outra deixa de aparecer na foto. Aí entra a manutenção, com intervalos maiores e foco no que sustenta o resultado. Esse ponto está detalhado em melasma tem cura?.

Quanto custa o tratamento de melasma com laser

A avaliação inicial fica em torno de R$ 800 e os programas completos de tratamento do melasma vão de R$ 3.000 a R$ 8.000 — combinando lasers, peelings, radiofrequência robótica, regeneração dérmica e medicamentos orais e tópicos, em protocolos personalizados. O valor exato depende da avaliação, do tipo de melasma e do plano indicado para a sua pele. São duas coisas diferentes: a consulta existe por si só — você sai dela com diagnóstico, plano e prescrição — e não inclui o programa, que é o conjunto de sessões e medicamentos ao longo dos meses seguintes.

Como o protocolo com evidência é de baixa fluência e várias sessões, o que move o valor não é o preço de um disparo isolado, e sim quantas frentes o caso exige e por quanto tempo. Programa curto com energia alta costuma custar caro de outro jeito: em rebote.

Perguntas frequentes: melhor laser para melasma

Qual o melhor laser para melasma?

A meta-análise mais recente, de 2026, com 52 estudos, mostrou que os lasers em conjunto não superam o controle de forma estatisticamente significativa. A exceção foi o Q-switched Nd:YAG de 1064 nm em baixa fluência, que teve redução significativa da gravidade do melasma.

Traduzindo: o melhor laser para melasma não é uma marca, é uma categoria e um parâmetro — energia baixa, várias sessões, intervalo respeitado. Dentro dessa família estão os aparelhos Q-switched disponíveis na clínica.

A escolha final ainda depende do subtipo do seu melasma e do seu fototipo, definidos na avaliação.

Laser de picossegundo é melhor para melasma?

Não segundo a evidência mais recente. Na meta-análise de 2026, os lasers de picossegundo não superaram o controle de forma estatisticamente significativa no melasma — diferentemente do Q-switched Nd:YAG de baixa fluência.

Isso não significa que picossegundo seja inútil: ele tem papel consolidado em outras indicações de pigmento, como tatuagem e algumas manchas. Em melasma, porém, ainda não é o que a literatura sustenta como primeira escolha.

É um bom exemplo de por que tecnologia mais nova nem sempre é tecnologia melhor para uma condição específica.

Quantas sessões de laser são necessárias para o melasma?

Como o protocolo com evidência é de baixa fluência, ele depende de repetição: são várias sessões espaçadas, e não uma aplicação forte.

O ganho costuma aparecer de forma mais clara depois de dois a quatro meses de protocolo bem conduzido, quando o laser está associado à base tópica e à fotoproteção. Antes disso, é comum ver apenas uma melhora discreta.

Depois da fase de clareamento vem a manutenção, que é contínua — melasma é condição de controle.

Laser pode piorar o melasma?

Pode, e essa é uma das poucas afirmações categóricas que se fazem sobre melasma. Luz intensa pulsada sem critério, lasers ablativos em energia alta, fluência excessiva ou sessões muito próximas provocam hiperpigmentação pós-inflamatória — a mancha voltando pior.

O que protege não é a marca do aparelho: é energia baixa, intervalo respeitado e indicação conforme o subtipo e o fototipo.

Por isso, no melasma, saber quando não aplicar vale tanto quanto saber aplicar.

O laser de CO2 serve para melasma?

O CO2 convencional não é indicado como primeira escolha: deposita calor residual na pele, e calor em melasma costuma gerar rebote.

O que mudou foi a modalidade de pulso menor que 100 microssegundos, o CO2 “a frio”, em que a energia entra e sai antes de o calor se espalhar. Isso reduz muito o dano térmico residual e reabre a discussão em casos selecionados, inclusive como via para entregar ativos na pele.

Mesmo assim, segue sendo recurso adicional e para caso específico — não a base do tratamento.

Vale a pena alugar um laser para tratar melasma?

Essa pergunta é de clínica, não de paciente — e a resposta muda tudo de lado. Para quem tem melasma, o que importa não é o equipamento em si, e sim quem indica, com que parâmetro e dentro de que protocolo.

Um mesmo aparelho, na mão errada e em energia alta, escurece. O aluguel de equipamento é assunto de gestão de clínica e não substitui a avaliação médica.

Se você é paciente e chegou aqui procurando aparelho, o caminho mais curto é uma avaliação que defina a profundidade do seu pigmento antes de qualquer disparo.

Se o que você quer é entender como a sessão funciona na prática — por que baixa fluência, quantas sessões e o que esperar de cada uma —, o passo a passo está em o tratamento do melasma com laser.

O ambulatório de melasma da Clínica Wulkan

Nada disso funciona isolado, e é por isso que existe o ambulatório de melasma da Clínica Wulkan, em funcionamento há mais de 15 anos. Ele reúne num mesmo programa todos os nossos lasers, peelings, microagulhamento robótico, dermapen, HIFU e medicamentos orais e tópicos, ciclando entre os recursos em vez de repetir sempre o mesmo estímulo.

Agendar avaliação onlineConheça o ambulatório de melasma

Melasma antes e depois com laser: o que a literatura mostra

Não publicamos foto de paciente da clínica. O que segue são imagens de estudos publicados em 2025, em que o mesmo rosto foi tratado com aparelhos diferentes de cada lado — a comparação mais honesta que existe, porque elimina a variação entre pessoas.

Sobre estas imagens. São figuras de artigos científicos de acesso aberto publicados em 2025, com licença Creative Commons BY 4.0, reproduzidas aqui com crédito e link para o texto completo. Não são pacientes da clínica e não são promessa de resultado: melasma responde de forma diferente em cada pele, conforme o subtipo, o fototipo e o tempo de doença. Elas servem para mostrar o que a literatura registra — e o que é razoável esperar.

Melasma antes e depois de laser: comparação lado a lado entre 675 nm e Q-switched
Comparação no mesmo rosto, 12 semanas depois. A bochecha direita (a e b) recebeu laser de diodo de 675 nm e teve redução acentuada do mMASI; a esquerda (c e d), Q-switched Nd:YAG 1064 nm, com melhora leve a moderada. Embaixo, a dermatoscopia: à direita (e e f) o pigmento pseudorreticular e a telangiectasia desbotaram; à esquerda (g e h) o fundo pigmentado persistiu.
Figura de Bassiony HM, Obaid ZM, Ibrahim SM e cols. Lasers in Medical Science, 2025, sob licença CC BY 4.0. Leia o artigo completo.

Avaliação com o time da Clínica Wulkan

Descobrir o melhor laser para melasma no seu caso começa por saber em que profundidade está o seu pigmento. O Dr. Claudio Wulkan é especialista em laser para melasma — CRM-SP 90.579, RQE 39.944, UNIFESP 1997, staff do Hospital Israelita Albert Einstein, cerca de 30 anos de consultório e mais de 20 tecnologias em uso —, e a clínica mantém há mais de 15 anos um ambulatório inteiro dedicado ao melasma, com várias plataformas de laser, peelings, radiofrequência robótica e medicamentos orais e tópicos. Não conhecemos a cura do melasma, mas temos a tecnologia para suprimir e clarear consideravelmente a maioria das manchas dos nossos pacientes. Atendemos no Jardim Paulista, em São Paulo, e no Centro de Osasco.

Agende sua avaliação de laser para melasma