O preenchimento de olheira com ácido hialurônico corrige o sulco (a “goteira lacrimal”, ou sulco nasojugal) que cria a sombra embaixo dos olhos, suavizando o aspecto cansado. É uma das áreas mais delicadas do rosto: pele fina, vasos e nervos por perto. Por isso, o resultado depende da escolha certa do produto e, principalmente, de um médico com experiência específica nessa região.
Revisado por Dr. Claudio Wulkan — CRM-SP 90.579 · RQE 39944 · Dermatologia. Atualizado em 01/08/2026.
Sumário: Preenchimento de olheira com ácido hialurônico
- O Dr. Wulkan sobre olheiras (vídeos)
- O que causa a olheira e quando preencher
- O que dizem os estudos recentes (2025)
- Como é feito, dói e quanto dura
- Quanto custa
- Perguntas frequentes
O Dr. Claudio Wulkan é especialista em preenchimento de olheira com ácido hialurônico. Dermatologista formado pela UNIFESP em 1997 (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944), corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, cerca de 30 anos de prática, mais de 20 tecnologias na clínica e experiência ensinando outros médicos em cursos e congressos internacionais. Na região mais delicada do rosto, isso faz diferença.
Na Clínica Wulkan (Jardim Paulista e Osasco), o procedimento é feito com avaliação individual, em ambiente médico — o lugar certo para tratar com segurança.
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Assista: qual o melhor tratamento de olheira
Vale reforçar: preenchimento de olheira é um procedimento delicado e não deve ser feito em qualquer lugar — exige médico experiente e avaliação individual. Nestes dois vídeos do canal do Dr. Claudio Wulkan, ele explica qual costuma ser o melhor tratamento para cada tipo de olheira e reúne o que você precisa saber sobre olheiras e bolsas sob os olhos.
O que causa a olheira e quando preencher

A olheira é causada por diversos fatores, principalmente pela densidade da vascularização local e pela quantidade de pigmento da pele. Além disso, muitas pessoas formam sulcos na região ao redor dos olhos, que criam um efeito de sombra e pioram a aparência — são as chamadas goteira lacrimal ou sulco nasojugal.
Para esses pacientes, o preenchimento de olheira é indicado: repor volume nesse sulco reduz a sombra e ilumina o olhar. Em alguns casos de pele muito flácida ou com excesso de pigmento, associamos diferentes tipos de laser antes do procedimento (como luz intensa pulsada, Q-Switched Nd:YAG e lasers fracionados) — a conduta depende da avaliação do Dr. Claudio.
NOVOS ARTIGOS CIENTÍFICOS :O que dizem os estudos recentes sobre Preenchimento de olheira com ácido hialurônico , ou da TEAR TROUGH
A região das olheiras — o chamado sulco nasojugal ou tear trough — é uma das áreas mais delicadas do rosto para receber preenchimento com ácido hialurônico. A pele ali é muito fina, há vasos e nervos próximos à superfície, e qualquer erro de plano ou de produto pode ficar visível ou gerar complicação. Por isso, revisões científicas recentes se dedicam a detalhar qual tipo de ácido hialurônico e qual técnica reduzem os riscos nessa área — sem prometer resultado igual para todos, pois cada rosto responde de um jeito.
Uma revisão publicada em 2025 na Aesthetic Surgery Journal Open Forum (Bhojani-Lynch et al., 2025) reforça que, na olheira, o ideal é usar um ácido hialurônico “macio” e pouco higroscópico — que atrai menos água ao seu redor, evitando inchaço com o tempo — aplicado bem próximo ao osso (plano supraperiosteal), quase sempre em volume pequeno, em torno de 0,5 mL por olho. Tanto agulha quanto cânula podem ser seguras quando a técnica e o produto são adequados; o que muda o resultado não é só o instrumento, mas a experiência de quem aplica.
Outra revisão de 2025, na JPRAS Open (Hong et al., 2025), reuniu dados de segurança dessa região: reações leves e passageiras, como pequenos roxos e inchaço temporário, aparecem numa minoria dos casos e costumam resolver sozinhas em poucos dias. Já as complicações mais sérias — obstrução de um vaso e, no extremo, risco à visão — são raras, mas exigem que o médico conheça a fundo a anatomia e esteja preparado para agir rápido. Em pele muito fina, pode ocorrer o “efeito Tyndall”, um leve tom azulado sob a pele quando o produto ou a técnica não são os ideais para aquele caso.
Na prática, isso reforça o que sempre defendemos na Clínica Wulkan: preenchimento de olheiras não é um procedimento “padrão” — é uma área nobre que pede avaliação individual, escolha criteriosa do produto e um médico com experiência específica nessa região.
Para aprofundar, veja artigos clássicos da literatura dermatológica sobre a técnica:
- Preenchimento do sulco nasojugal com microcânula 30G
- Preenchimento da goteira lacrimal com ácido hialurônico — técnica superficial
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Como é feito o preenchimento da olheira, dói e quanto dura?

O preenchimento das olheiras é feito com ácido hialurônico, uma substância presente naturalmente no nosso organismo, principalmente na pele. É um procedimento seguro quando bem indicado, com duração em torno de 2 a 5 anos !!!!!!
Dói? Quase nada — demora de 2 a 5 minutos. Na Clínica Wulkan, o tratamento de olheira é quase sempre feito com cânulas importadas, para mais conforto e segurança.
O Dr. Claudio Wulkan é assistente no ambulatório de Dermatologia Estética da Faculdade de Medicina e traz as novidades para o nosso ambulatório — sempre com uma medicina baseada em evidências, honesta e com equipamentos modernos.
Quer comparar agulha × microcânula em detalhe? Veja as técnicas de preenchimento de olheiras.
Quanto custa o preenchimento de olheira
Em São Paulo, o valor do preenchimento de olheira costuma variar de R$ 1800 a R$ 2.500. O valor exato depende da avaliação — a quantidade e o tipo de ácido hialurônico e a necessidade de associar laser. Podemos passar o valor do seu caso na avaliação.
Perguntas frequentes sobre preenchimento de olheira
Preenchimento de olheira dói?
Quase nada. Usa-se anestésico e, quase sempre, cânula, o que torna o procedimento rápido (2 a 5 minutos) e bem tolerável.
A cânula faz boa parte dessa diferença. Em vez de várias picadas com agulha, entra-se por um ponto único e o instrumento, de ponta romba, desliza sob a pele afastando os vasos em vez de perfurá-los — o que reduz dor e diminui bastante a chance de hematoma numa região onde qualquer roxo fica visível por dias.
O que costuma incomodar mais não é o procedimento, e sim a sensação de pressão no momento em que o produto é depositado, e a sensibilidade ao toque nas horas seguintes. Inchaço leve na área nos primeiros dias é esperado. Quem usa anticoagulante, tem alergia a anestésico ou tendência a hematoma deve avisar antes, porque isso muda a técnica e às vezes a data.
Quanto tempo dura o preenchimento de olheira?
Costuma durar de 2 a 5 anos , variando conforme o produto usado e o metabolismo de cada pessoa.
Essa durabilidade mais longa que a de outras áreas tem explicação: a região tem pouco movimento muscular e recebe volumes pequenos de um produto de baixa capacidade de atrair água, escolhido justamente para não inchar ali. Menos movimento significa menos degradação, e é por isso que o resultado costuma persistir mais do que num lábio, por exemplo.
Na prática, o que se vê com o tempo raramente é o produto sumir de uma vez: ele reduz aos poucos, enquanto o rosto continua envelhecendo em volta. Por isso a avaliação de retoque é feita olhando o conjunto, e não pelo calendário. Metabolismo, quantidade aplicada, produto escolhido e hábitos mudam esse tempo de pessoa para pessoa.
Preenchimento de olheira é seguro?
É seguro quando feito por médico experiente, com o produto certo e boa técnica. Como é uma área nobre, com vasos importantes por perto, complicações sérias são raras, mas o preparo do profissional é o que faz a diferença — por isso não deve ser feito em qualquer lugar.
O que torna a área delicada é a anatomia: ali passam vasos importantes, e o mesmo território tem ligação com a circulação da região dos olhos. É por isso que a técnica, o plano de aplicação e a escolha do produto pesam mais nessa região do que em quase qualquer outra do rosto — e por que ela não é lugar para aprendizado nem para profissional não médico.
Antes de escolher onde fazer, vale perguntar qual produto será usado e se ele é registrado na Anvisa, se o local tem disponível a enzima que dissolve o ácido hialurônico e quem atende se algo sair diferente do esperado nas primeiras horas. Sinais como dor forte, alteração visual ou mudança de cor da pele exigem contato imediato — raros, mas o preparo do serviço é o que faz diferença.
Pode ficar arroxeado (efeito Tyndall)?
Em pele muito fina, um leve tom azulado pode aparecer quando o produto ou a técnica não são os ideais. A escolha correta do ácido hialurônico e a aplicação no plano certo reduzem esse risco.
O fenômeno tem uma causa óptica simples: gel transparente depositado muito superficialmente sob uma pele fina espalha a luz e devolve um tom azulado — é o mesmo motivo pelo qual as veias parecem azuis. Não é hematoma, não some em uma semana e pode persistir enquanto o produto estiver ali, o que costuma frustrar quem foi tratar justamente a sombra da olheira.
O que previne é aplicar no plano profundo correto, em quantidade contida e com um produto de baixa hidrofilia — e reconhecer, na avaliação, quando a pele é fina demais para receber produto ali. Se acontecer, existe conduta: a enzima que degrada o ácido hialurônico permite corrigir. Por isso a reavaliação após o procedimento faz parte do tratamento, e não é só formalidade.
Avaliação de olheiras com o time da Clínica Wulkan
O Dr. Claudio Wulkan é especialista em preenchimento de olheira com ácido hialurônico — UNIFESP 1997 · CRM-SP 90.579 · RQE 39.944 · corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein · cerca de 30 anos de dermatologia · mais de 20 tecnologias em uso e décadas ensinando outros médicos em cursos e congressos internacionais. Duas unidades para a sua avaliação: Jardim Paulista (São Paulo) e Centro de Osasco.
Cada olheira é diferente, e o melhor plano só se define pessoalmente. Agende uma avaliação com o time da Clínica Wulkan para saber se o preenchimento é indicado para o seu caso, com segurança e naturalidade. Temos duas unidades: Jardim Paulista (São Paulo) e Osasco Centro.