Dermatologista da Clínica Wulkan avaliando paciente em consultório — Tratamento de Estrias em São Paulo

Tratamento de Estrias

O tratamento de estrias em São Paulo combina laser, radiofrequência microagulhada e microagulhamento para melhorar a textura, a cor e a profundidade das estrias — tanto as vermelhas (recentes) quanto as brancas (antigas). A conduta é individual e definida por dermatologista, na Clínica Wulkan (Jardim Paulista e Osasco). Para conhecer o protocolo completo, consulte o programa de tratamento de estrias.

Assista: laser para estrias com o Dr. Cláudio Wulkan

Revisado por Dr. Claudio Wulkan — dermatologista, CRM-SP 90.579 · RQE 39944. Formado em 1997 pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), com quase 30 anos de experiência em dermatologia e mais de 20 tecnologias no tratamento da pele.

Sumário: o que você vai encontrar aqui sobre tratamento de estrias

O Dr. Claudio Wulkan é especialista em tratamento de estrias. Dermatologista formado pela UNIFESP em 1997 (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944), corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, cerca de 30 anos de prática, mais de 20 tecnologias na clínica e experiência ensinando outros médicos em cursos e congressos internacionais. Estria é cicatriz, e cada fase pede recurso diferente: a vermelha responde melhor que a branca, e a combinação de tecnologias rende mais que insistir num aparelho só.

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Quem conduz o tratamento de estrias na Clínica Wulkan é o Dr. Claudio Wulkan — dermatologista (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944), formado pela UNIFESP em 1997, membro do corpo clínico do Hospital Albert Einstein, com quase 30 anos de experiência, mais de 20 tecnologias para a pele, que ensina outros médicos e participa de congressos internacionais há décadas. É esse preparo que permite escolher, com segurança, a combinação certa de laser e microagulhamento para cada tipo de estria. O atendimento é feito em ambiente médico, nas duas unidades (Jardim Paulista e Osasco).

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Para entender as opções e os critérios de indicação, consulte o tratamento de estrias.

O que são estrias (rubras e albas)

Estrias são cicatrizes lineares que surgem quando a pele é estirada além da capacidade de suas fibras de colágeno e elastina — na gravidez, no crescimento rápido da adolescência, em ganhos ou perdas de peso e em situações hormonais. Elas aparecem com frequência no abdômen, mamas, quadris, coxas e glúteos.

Na fase inicial, a estria é avermelhada ou arroxeada (estria rubra), porque ainda há inflamação e vasos sanguíneos ativos na região. Com o tempo, ela perde cor e fica esbranquiçada e mais funda (estria alba), quando a pele já está mais fina e com menos colágeno. Essa diferença importa: a estria vermelha costuma responder melhor e mais rápido, mas a branca também tem tratamento.

Como funciona o tratamento de estrias: as tecnologias

Não existe um único aparelho que resolva toda estria. O que funciona é combinar tecnologias que estimulam a pele a produzir colágeno novo e a reorganizar a área da cicatriz. As principais usadas no tratamento de estrias são:

Laser fracionado

O laser fracionado (ablativo, como CO2 e Er:YAG, ou não ablativo) cria microcolunas de estímulo na pele, que despertam a produção de colágeno e melhoram a textura e a profundidade da estria. É uma das tecnologias mais estudadas para estria alba.

Radiofrequência microagulhada

A radiofrequência microagulhada entrega calor controlado na camada mais profunda da pele por meio de microagulhas, estimulando colágeno com pouca agressão à superfície — útil em vários tipos de pele e em estrias mais largas.

Microagulhamento

O microagulhamento (inclusive com drug delivery, quando se associam ativos) provoca micropunturas que induzem reparo e novo colágeno. Costuma ser combinado com outras tecnologias para potencializar o resultado.

Luz intensa pulsada e lasers vasculares

Para a estria vermelha, luz intensa pulsada e lasers vasculares ajudam a reduzir o componente avermelhado, atuando sobre os vasos ainda ativos da fase inicial.

As tecnologias que usamos na Clínica Wulkan

Na Clínica Wulkan, o tratamento de estrias é feito com lasers de referência internacional, escolhidos conforme o tipo de estria: o laser não ablativo de 1340 nm (Prodeep), o laser fracionado de 1540 nm (Secret) e o laser de CO2 fracionado (“CO2 a frio”) — e, em casos selecionados, a radiofrequência microagulhada associada. Essa combinação é somada a um tratamento medicamentoso domiciliar (home care), que ajuda a potencializar e a manter o resultado entre as sessões. Qual combinação usar em cada caso é definido pelo dermatologista na avaliação.

Estria vermelha × estria branca: o que muda

Na estria rubra (vermelha), o objetivo é aproveitar a “janela” inflamatória inicial: quanto antes se trata, melhor tende a ser a resposta, e a redução da vermelhidão costuma aparecer com laser vascular, luz intensa pulsada e estímulos de colágeno. Na estria alba (branca), o foco é reconstruir colágeno e melhorar textura e relevo — geralmente com laser fracionado e radiofrequência microagulhada, em mais sessões. Em ambos os casos, a estria pode ficar bem menos visível, mas o tratamento é conduzido sem promessa de desaparecimento total: cada pele responde de um jeito. Para uma visão geral das causas, fases e cuidados, consulte o guia sobre estrias.

Sessões, recuperação e o que esperar

O tratamento de estrias é feito em sessões espaçadas (em geral algumas semanas entre elas), porque a produção de colágeno acontece de forma gradual ao longo dos meses. O número de sessões depende do tipo de estria, da extensão da área e da tecnologia escolhida — algo definido na avaliação. A recuperação varia com o método: procedimentos com laser ablativo e microagulhamento costumam deixar a pele avermelhada por alguns dias, com orientações de cuidado e proteção solar rigorosa. O acompanhamento com dermatologista permite ajustar o plano a cada retorno.

Preço do tratamento de estrias

Os preços do tratamento de estrias variam muito no mercado: vão de cerca de R$ 200 por sessão, em abordagens mais simples como peelings em clínicas de estética, até R$ 10.000 ou mais em protocolos longos de laser, com dezenas de sessões. Essa diferença reflete a tecnologia usada, o tamanho da área e o número de sessões.

Na Clínica Wulkan, o valor médio fica entre R$ 2.500 e R$ 4.000, contemplando a combinação de lasers e o tratamento medicamentoso domiciliar (home care) que potencializa o resultado. O valor exato é sempre definido na avaliação, de forma individual e sem “pacotes milagrosos”.

Artigos científicos recentes sobre tratamento de estrias

A pesquisa recente sobre tratamento de estrias caminha para protocolos individualizados conforme a fase da estria — vermelha (rubra) ou branca (alba) —, e não como se toda estria fosse igual. Uma revisão publicada em 2026 no Journal of Cosmetic Dermatology reúne as principais tecnologias (laser fracionado, radiofrequência microagulhada, microagulhamento com drug delivery, luz intensa pulsada e lasers vasculares) e conclui que a escolha depende da fase da estria, do tipo de pele e da tolerância a dor e recuperação (Wu & Wang, 2026, J Cosmet Dermatol).

Uma meta-análise em rede de 18 ensaios clínicos comparou radiofrequência, laser ablativo, laser não ablativo e luz intensa pulsada e não encontrou uma “tecnologia única vencedora”: radiofrequência e lasers ablativos apareceram com a maior chance relativa de melhora, sem superioridade estatística clara sobre as demais (Wu TJ et al., 2024, Dermatologic Surgery). É por isso que, na prática, combinar tecnologias costuma fazer mais sentido do que apostar num único aparelho.

Um ensaio clínico randomizado de 2025 ilustra essa lógica de fase: tratar primeiro o componente vermelho (com laser Nd:YAG) e depois a cicatriz atrófica (com CO2 fracionado) teve resultado melhor do que o CO2 isolado (Ustuner, 2025, Med Sci Monit). Vale a ressalva honesta: a maioria dos estudos ainda tem amostras pequenas e o resultado varia de pessoa para pessoa — por isso a indicação é sempre individual, feita em avaliação com dermatologista.

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Os trabalhos abaixo, publicados em 2025 e 2026 e indexados no PubMed, sustentam os números citados nas respostas desta página:

  • Marin S e cols., Aesthetic Surgery Journal, 2026 — 29 pacientes com estrias vermelhas e brancas tratadas com quatro sessões mensais de microagulhamento, usando área equivalente do outro lado do corpo como controle: melhora de 48,9% na estria vermelha e 41,6% na branca aos seis meses, com as duas seguindo em melhora entre o terceiro e o sexto mês.
  • Grove GL e cols., Lasers in Medical Science, 2026 — Ensaio randomizado em estria branca, com quatro áreas por paciente sorteadas para tretinoína, radiofrequência fracionada, as duas juntas e controle: apenas a combinação melhorou de forma significativa em relação à área não tratada, e o avaliador cego enxergou bem menos melhora que o próprio paciente.
  • Saleh HM e cols., Aesthetic Surgery Journal Open Forum, 2026 — Piloto com 8 pacientes: uma sessão de hidroxiapatita de cálcio hiperdiluída seguida de três sessões mensais de radiofrequência microagulhada levou a pontuação da escala de Manchester de 14 para 6,88, com vermelhidão leve em dois casos e nenhum evento adverso grave.
  • Wang SN e cols., Frontiers in Medicine, 2026 — Série de 8 puérperas de fototipo III a IV com estrias de gravidez tratadas por laser fracionado não ablativo de 1540 nm: melhora média de 1,79 numa escala de 0 a 3, com hiperpigmentação em três pacientes, toda resolvida no acompanhamento.
  • Algarra Sahuquillo J e Martín-Gorgojo A, Actas Dermo-Sifiliográficas, 2025 — Revisão sistemática de 69 artigos publicados entre 1976 e 2024: a evidência disponível não permite eleger um tratamento único, boa parte dos estudos tem amostra pequena, e a combinação de abordagens é o que mais melhora o resultado.

As amostras são pequenas: os números servem para dar ordem de grandeza, não para prever o seu resultado — que depende da fase da estria, do seu fototipo e da combinação escolhida na avaliação.

Perguntas frequentes: tratamento de estrias

Estria branca tem tratamento?

Sim. A estria branca (alba) é mais difícil que a vermelha, mas responde a tecnologias que reconstroem colágeno, como o laser fracionado e a radiofrequência microagulhada, geralmente em mais sessões. O objetivo é melhorar textura, relevo e aparência — sem garantir desaparecimento total.

Os números de 2026 mostram o tamanho dessa diferença. Num estudo com 29 pacientes que receberam quatro sessões mensais de microagulhamento — e que usou uma área equivalente do outro lado do corpo como controle sem tratamento —, a melhora na escala de cicatriz foi de 41,6% na estria branca contra 48,9% na vermelha aos seis meses. Ou seja: a branca responde, e responde bastante, só rende um pouco menos que a recente.

O caminho que a literatura tem mostrado para a estria branca é a combinação. Num ensaio randomizado de 2026 que dividiu a mesma barriga em quatro áreas — tretinoína tópica, radiofrequência fracionada, as duas juntas e uma área sem tratar —, só a combinação melhorou de forma estatisticamente significativa em relação à área não tratada. Nos dois estudos nenhum efeito adverso grave apareceu, e vale o aviso dos próprios autores: estria branca segue sendo o cenário mais difícil, e quem promete apagamento está prometendo o que a literatura não entrega.

Estria some por completo?

Estria é uma cicatriz, então o mais honesto é falar em melhora significativa, não em apagamento garantido. Muitas ficam bem menos visíveis; o resultado depende do tipo, do tempo de estria e da resposta de cada pele.

Dá para quantificar esse “melhora significativa”. Nos estudos de 2026, a melhora medida em escalas de cicatriz ficou entre 40% e 50% depois de quatro sessões; num piloto que combinou hidroxiapatita de cálcio hiperdiluída com radiofrequência microagulhada, a pontuação caiu de 14 para 6,88. São quedas grandes, e nenhuma delas é zero.

Há um dado honesto que ajuda a calibrar a expectativa: no ensaio randomizado de estria branca, os pacientes relataram de 5 a 10 pontos de melhora numa escala que vai de 6 a 60, enquanto o dermatologista que avaliou as fotos sem saber o que havia sido feito enxergou de 0 a 2 pontos. Quem convive com a estria percebe mais que o olhar de fora — e é por isso que a conversa sobre resultado precisa ser sobre o quanto incomoda você, não sobre desaparecer na foto.

O tratamento de estrias dói?

Os procedimentos são feitos com anestésico tópico e conforto do paciente em mente. Pode haver desconforto e vermelhidão temporária, que fazem parte do processo de estímulo da pele.

Nos estudos recentes, o desconforto aparece como tolerável e as reações como passageiras. No piloto que combinou hidroxiapatita diluída e radiofrequência microagulhada, houve vermelhidão leve em 2 dos 8 pacientes e nenhum evento adverso grave. No estudo de microagulhamento com 29 pacientes, as reações depois da sessão foram mais intensas na estria vermelha que na branca, todas transitórias e sem nenhum evento adverso registrado.

Existe um efeito que merece ser dito antes, e não depois: a mancha escura que pode surgir na área tratada. Numa série de 2026 com puérperas de pele mais pigmentada tratadas por laser fracionado não ablativo, 3 das 8 tiveram hiperpigmentação — toda resolvida ao longo do acompanhamento. É um risco administrável com energia conservadora, intervalo adequado e fotoproteção rigorosa, e é a razão de a avaliação olhar o seu fototipo antes de escolher a tecnologia.

Quantas sessões são necessárias?

Varia conforme o tipo de estria, a área e a tecnologia. Isso é definido na avaliação com o dermatologista, que monta um plano individual e ajusta a cada retorno.

Para dar ordem de grandeza, os protocolos publicados em 2026 giram em torno de três a quatro sessões mensais: quatro de microagulhamento no estudo com 29 pacientes, três de radiofrequência fracionada no ensaio de estria branca e, no piloto de combinação, uma sessão de hidroxiapatita diluída seguida de três sessões mensais de radiofrequência microagulhada.

O detalhe que muda o planejamento é o tempo depois da última sessão. No estudo com controle, as estrias continuaram melhorando entre o terceiro e o sexto mês após o fim do tratamento — o colágeno segue se reorganizando. Por isso o número de sessões não é a única variável: fechar o pacote e avaliar com calma seis meses depois costuma render mais que empilhar sessões cedo, e é esse intervalo que a avaliação de retorno usa para decidir se falta alguma coisa.

Pode fazer no verão / pele bronzeada?

Alguns lasers exigem cautela em pele bronzeada. Por isso a avaliação e a proteção solar são essenciais para escolher a tecnologia certa e o momento certo, com segurança.

Se você quer avaliar o tratamento de estrias com quem tem experiência real, agende uma avaliação com o time do Dr. Claudio Wulkan (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944 · UNIFESP · Hospital Albert Einstein · quase 30 anos e mais de 20 tecnologias). Na consulta, definimos qual combinação de laser, radiofrequência microagulhada e microagulhamento faz sentido para o seu tipo de estria, com segurança e acompanhamento médico. Atendemos em São Paulo (Jardim Paulista) e Osasco.

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O Dr. Claudio Wulkan é especialista em tratamento de estrias. Dermatologista formado pela UNIFESP em 1997 (CRM-SP 90.579 · RQE 39.944), corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, cerca de 30 anos de prática, mais de 20 tecnologias na clínica e experiência ensinando outros médicos em cursos e congressos internacionais. Estria é cicatriz, e cada fase pede recurso diferente: a vermelha responde melhor que a branca, e a combinação de tecnologias rende mais que insistir num aparelho só.

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