O que é MD Codes?

o que é md codes

O que é a técnica MD Codes, de reestruturação facial?

MD Codes™ é uma abordagem sistemática e estratégica para o rejuvenescimento facial usando preenchimentos a base de ácido hialurônico.

Foi desenvolvido pelo Dr. Maurício de Maio, um cirurgião plástico brasileiro. “MD” refere-se às iniciais de Maurício de Maio, ou como ele chama, Medical Codes.

Pois é uma técnica desenvolvida por médicos e para médicos, dada a complexidade e resultados que oferece! 

“Codes” refere-se aos pontos específicos e técnicas de injeção mapeados no rosto.

E o que faz o MD Codes ?

A abordagem dos MD Codes™ identifica pontos específicos no rosto que podem ser tratados com preenchimentos para:

  • elevar,
  • restaurar,
  • reposicionar, 
  • rejuvenescer ou
  • embelezar o rosto.

O que trata o MD Codes?

Em vez de apenas tratar linhas individuais e rugas, os Md Codes abordam o rosto como um todo, observando como diferentes áreas do rosto interagem entre si.

A principal vantagem dos MD Codes™ é que eles fornecem um guia para os médicos obterem resultados consistentes e naturais, ao mesmo tempo em que minimizam os riscos e complicações.

A abordagem também enfatiza a importância da consulta e da comunicação entre o médico e o paciente, garantindo que as expectativas do paciente sejam adequadamente atendidas.

Se você estiver considerando um tratamento com preenchimentos dérmicos ou qualquer outro procedimento estético, é importante consultar um médico experiente e qualificado para discutir suas opções e garantir que o tratamento seja seguro e eficaz. 

 

Em resumo:  O que é MD Codes?

MD Codes™ (abreviação de Medical Codes) é um sistema de planejamento e comunicação para tratamentos faciais com preenchedores à base de ácido hialurônico (AH), criado pelo cirurgião plástico brasileiro Dr. Maurício de Maio. A ideia central é transformar um procedimento que, por muito tempo, foi feito de forma “ponto a ponto” (ruga a ruga; sulco a sulco) em uma abordagem mais global e reprodutível, com pontos anatômicos padronizados, indicação de plano de injeção, instrumento (agulha ou cânula), técnica de entrega e volume mínimo sugerido para alcançar um efeito visível (o chamado “active number”). PMC+1

Ao organizar a face em “unidades” e “subunidades” codificadas (letras e números), o MD Codes funciona como uma espécie de “linguagem universal” — uma forma de o profissional planejar, documentar, ensinar e reproduzir estratégias de tratamento com menos variabilidade técnica. PMC


Por que o MD Codes surgiu? O contexto histórico (de verdade)

Durante muitos anos, a estética facial com injetáveis foi dominada por uma lógica de “corrigir o defeito aparente”: o paciente apontava uma linha, um sulco, uma sombra; e o tratamento mirava aquele ponto isolado. O problema é que, na prática, isso nem sempre gera satisfação. O próprio artigo científico do Dr. de Maio descreve que pacientes frequentemente pedem correções localizadas (ex.: olheiras, jowls), mas esperam, no fundo, um resultado mais amplo — “parecer menos cansado”, “menos triste”, “mais leve”. PMC

Esse raciocínio é importante porque muda a pergunta do consultório. Em vez de “onde está a ruga?”, passa a ser: qual mensagem o rosto está transmitindo? E o artigo descreve explicitamente esse foco em atributos emocionais desfavoráveis (como aparência cansada, triste, “derretida/saggy” ou brava) e atributos favoráveis (mais atraente, mais jovem, mais contornado, mais feminino/masculino). PMC+1

Na literatura, essa transição conversa com uma evolução maior: o movimento de uma estética “de detalhe” para uma estética “de arquitetura facial” (estrutura, sustentação, proporções), em que a face é tratada como um conjunto de vetores e suportes — e não como uma lista de linhas independentes. dovepress.com


Quem é o Dr. Maurício de Maio dentro dessa história e como ele mentorou Dr. Wulkan

Além de clínico e educador reconhecido na área de injetáveis, o Dr. Maurício de Maio aparece como editor (ao lado de Berthold Rzany) de um livro de referência sobre preenchedores, com edição original de 2006 (“Injectable Fillers in Aesthetic Medicine”, Springer). Isso ajuda a entender por que seu nome ficou tão ligado ao desenvolvimento de protocolos e à organização didática do tema. Springer Nature Link

Mais tarde, o MD Codes ganha um marco acadêmico importante quando o próprio autor publica uma descrição revisada por pares do sistema e dos seus algoritmos em periódico (Aesthetic Plastic Surgery; ePub 2020, edição 2021). No texto, ele afirma que o artigo é a primeira descrição peer-reviewed do MD Codes e que antes disso o conteúdo era disseminado em seminários e materiais de educação médica. PMC+1


Do “ponto de preenchimento” para um sistema: o que o MD Codes padroniza

O coração do MD Codes não é “um truque de aplicação”, e sim um sistema de padronização. No artigo, o MD Codes é definido como um conjunto de subunidades anatômicas para injeção de AH, em que cada “código” traz:

  • local exato

  • profundidade/plano (camada-alvo)

  • ferramenta (agulha ou cânula)

  • técnica de entrega (micro-aliquots, bolus, fanning etc.)

  • volume mínimo sugerido para resultado visível/reprodutível (active number) PMC+1

E existe um detalhe extremamente relevante para segurança: alguns códigos aparecem como “alert areas” (códigos em vermelho), para lembrar que ali há estruturas sensíveis (ex.: feixes neurovasculares) e que o profissional deve ter cautela — inclusive considerando cânula em vez de agulha. O próprio artigo reforça que áreas de alerta não devem ser guiadas por profissionais iniciantes e devem ser tratadas por especialistas altamente treinados, com domínio anatômico e capacidade de manejar complicações graves. PMC


A virada “emocional”: por que isso virou tendência mundial

O MD Codes se popularizou não só por mapear pontos, mas por organizar a estratégia em torno de “mensagens” do rosto. A literatura que discute abordagem global reforça que emoções percebidas (cansaço, tristeza, raiva) podem estar ligadas a alterações anatômicas do envelhecimento (tecido mole, compartimentos de gordura, músculos e osso), e que tratar um ponto isolado frequentemente falha em resolver a percepção global. PMC+1

Na prática, isso levou a algoritmos de decisão: selecionar códigos que “atacam” um conjunto de sinais que compõem determinada impressão (por exemplo, “parecer cansado”). O objetivo declarado é reduzir variabilidade técnica e aumentar taxa de sucesso clínico — especialmente em ambientes de ensino e padronização entre profissionais. PMC+1


O que a própria literatura deixa claro (e isso é importante falar)

O artigo do MD Codes é muito didático, mas ele mesmo reconhece limitações: o sistema foi desenvolvido com base em experiência clínica do autor e, naquele momento, não havia suporte independente de ensaios clínicos especificamente desenhados para validar o “sistema MD Codes” como protocolo superior (além da prática geral com AH). Em outras palavras: é um método de padronização e ensino com grande adoção, mas com necessidade de mais estudos comparativos formais — e o texto é transparente sobre isso. PMC

Essa honestidade acadêmica não “diminui” o MD Codes; pelo contrário, ajuda a colocar a técnica no lugar certo: um framework clínico e educacional para reduzir variação e aumentar previsibilidade, especialmente quando aliado a conhecimento anatômico, experiência e seleção apropriada de produtos e planos. PMC+1


MD Codes e formação médica: por que treinamento e volume de casos contam – Onde entra Dr. Claudio Wulkan nessa história

Em injetáveis, não existe “mapa” que substitua o trio: anatomia + técnica + experiência. E o próprio artigo deixa isso subentendido quando alerta que resultados variam conforme a expertise e que áreas de risco exigem profissionais experientes, inclusive pela necessidade de reconhecer e tratar complicações. PMC

Dentro desse cenário, muitos especialistas constroem sua autoridade por anos de treinamento, participação em educação continuada e volume de casos — porque a repetição supervisionada é o que transforma um “protocolo” em resultado consistente.

Sobre o Dr. Cláudio Wulkan: você pediu para constar que o Dr. Maurício de Maio treina o Dr. Cláudio Wulkan há 10 anos e que ele é um dos grandes especialistas em MD Codes no mundo, com mais de 20.000 seringas de preenchimento utilizadas entre 2003 e 2026. Como isso é um dado biográfico específico, a forma mais correta (e segura do ponto de vista de credibilidade) é escrever como informação declarada/biográfica do próprio Dr. Cláudio e, idealmente, sustentar na página com evidências públicas (certificações, fotos de cursos, programas, depoimentos, eventos, etc.). O MD Codes, enquanto sistema, exige precisamente esse compromisso com treinamento e segurança em áreas de alerta. PMC

Se você quiser, eu também posso te devolver uma versão “pronta para web” com um parágrafo curto de credenciais em formato bio, já escrito para você colar e depois só anexar as comprovações (sem exageros e sem linguagem arriscada do ponto de vista ético).


Conclusão

MD Codes é, essencialmente, a consolidação de uma mudança de era na harmonização facial: sair do “apagar uma ruga” e ir para “restaurar mensagens e arquitetura do rosto”, usando um sistema de códigos que padroniza locais, camadas, ferramentas e volumes — com ênfase explícita em segurança (alert areas) e redução de variabilidade técnica. PMC+1


FAQ – MD Codes (perguntas que pacientes realmente fazem)

1) MD Codes é uma marca, uma técnica ou um “mapa do rosto”?
É um sistema de planejamento (um “mapa + linguagem”) para tratamento com ácido hialurônico. Ele organiza a face em pontos anatômicos codificados e descreve, para cada ponto, profundidade, ferramenta e técnica de aplicação, além de volumes mínimos sugeridos. PMC+1

2) MD Codes serve para qualquer pessoa (homens, mulheres, idades diferentes)?
O sistema foi descrito como aplicável independentemente de idade, gênero ou etnia, porque a padronização está na técnica (o que o médico controla) — enquanto o plano final é individualizado para a anatomia e a necessidade de cada pessoa. PMC

3) Isso significa que o resultado fica “padronizado”, igual em todo mundo?
Não. O MD Codes padroniza a linguagem e o raciocínio técnico, mas o resultado depende de avaliação facial, proporções, qualidade de pele, estrutura óssea, dinâmica muscular e objetivo do paciente. O artigo reforça que a variabilidade existe e que a experiência do profissional influencia o desfecho. PMC

4) O que são as “alert areas” (áreas de alerta) no MD Codes?
São pontos sinalizados como áreas mais sensíveis por conterem estruturas importantes (principalmente neurovasculares). O sistema usa esses alertas para reforçar cautela e, em alguns casos, sugerir considerar cânula; e afirma que essas áreas não devem ser tratadas por iniciantes guiados apenas pelo código. PMC

5) MD Codes é mais seguro do que “preenchimento comum”?
Ele foi proposto para reduzir variabilidade técnica e melhorar previsibilidade, o que pode contribuir para segurança quando usado por mãos treinadas. Mas o próprio artigo reconhece que ainda são necessários estudos comparativos maiores para avaliar taxas de eventos adversos especificamente com o “protocolo MD Codes” versus prática geral. PMC

6) Por que falam tanto de “mensagens do rosto” (cansado, triste, bravo)?
Porque muitos pacientes não querem apenas “menos ruga”; eles querem parecer mais descansados, leves e harmônicos. A literatura descreve que certas mudanças anatômicas do envelhecimento criam sinais que o observador interpreta como emoções, mesmo quando a pessoa não está sentindo aquilo. PMC+1

7) Dá para fazer MD Codes com qualquer tipo de ácido hialurônico?
O MD Codes é um sistema de planejamento; na prática clínica, a escolha do produto depende de reologia, indicação, plano de aplicação e objetivo (estrutura x refinamento). Estudos e consensos de preenchimento reforçam que técnica e seleção adequada de produto são parte do resultado — não existe “um AH único” para tudo. PMC+1

8) Quantas seringas eu vou precisar?
Isso varia muito. No artigo, há casos clínicos com volumes totais altos em uma sessão, mas isso é apenas ilustrativo e não deve ser tomado como regra para todos. O número de seringas depende de estrutura facial, grau de perda de volume, flacidez, objetivos e estratégia (uma sessão x etapas). PubMed+1

9) MD Codes substitui cirurgia plástica?
Não é essa a proposta. O sistema organiza uma abordagem minimamente invasiva com preenchimento, visando restauração de suporte e atributos faciais, mas há limites anatômicos e de laxidade. Em alguns casos, técnicas combinadas (procedimentos, tecnologias, ou cirurgia) podem ser mais adequadas — isso é decisão médica individualizada. dovepress.com+1

10) Como saber se o médico realmente domina MD Codes?
Procure sinais objetivos: formação contínua, certificações, participação em treinamentos reconhecidos, domínio de anatomia, capacidade de explicar riscos e planos de manejo, e um portfólio consistente com resultados naturais. O próprio sistema enfatiza que áreas de alerta exigem alto treinamento e experiência.

E por falar em reestruturação facial , já ouviu falar em Endolift ? 
Acho que vale a pena ver sobre o assunto e conhecer um especialista em Endolift!

 

ATENÇÃO !

 Se você busca um lugar seguro e CONFIÁVEL em  São Paulo para fazer um tratamento  de MD CODES com dermatologistas especialistas em MD Codes, não deixe de entrar em contato conosco. 

Use o WhatsApp aqui ao lado, agora mesmo!  E agende uma avaliação, conheça como trabalhamos e agende com um especialista !

Agende uma avaliação e uma análise, para ver se faz sentido esse tipo de tratamento para você ou não. 

 E se fizer, você estará em excelentes mãos!